O cenário macroeconômico continua a dar força às cotações do açúcar na bolsa de Nova York após a recente desvalorização do dólar ante o real.

Os papéis com vencimento em outubro fecharam ontem a 16,54 centavos de dólar a libra-peso, com alta de 39 pontos.

Além da moeda americana mais fraca, o que tende a desestimular as exportações brasileiras, o petróleo em alta após o recuo nos estoques americanos também ajudou a impulsionar as cotações.

A matéria-prima mais cara tende a elevar a competitividade e a demanda pelo etanol, estimulando a produção brasileira do biocombustível em detrimento do açúcar.

No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para o açúcar cristal em São Paulo ficou em R$ 76,46 a saca de 50 quilos, alta de 0,33%. (Valor Econômico) 

As notícias compartilhadas e produzidas por outras fontes não traduzem a opinião do grupo RPA. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado ou do setor sucroenergético.

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