A Petrobras deve atrasar em um ano a entrada em operação das três plantas dedicadas à produção de combustível sustentável de aviação (SAF) previstas em seu plano de negócios, indicou uma apresentação do diretor de processos industriais e produtos da companhia, William França, nesta quinta-feira, 24.
Em apresentação durante o congresso de óleo e gás ROG.e, o executivo mostrou que a primeira unidade dedicada – a ser construída na Refinaria Presidente Bernardes (RPBC), em Cubatão (SP), com 16 mil barris por dia de capacidade – deve entrar em operação em 2030, e não mais em 2029 conforme o previsto anteriormente.
Já as unidades no Complexo Boaventura, no estado do Rio de Janeiro, com 19 mil barris por dia, e na Replan, em Paulínia (RJ), com 10 mil barris por dia, agora estão previstas para a partir de 2031, e não mais a partir de 2030.
A Petrobras deve atrasar em um ano a entrada em operação das três plantas dedicadas à produção de combustível sustentável de aviação (SAF) previstas em seu plano de negócios, indicou uma apresentação do diretor de processos industriais e produtos da companhia, William França, nesta quinta-feira, 24.
Em apresentação durante o congresso de óleo e gás ROG.e, o executivo mostrou que a primeira unidade dedicada – a ser construída na Refinaria Presidente Bernardes (RPBC), em Cubatão (SP), com 16 mil barris por dia de capacidade – deve entrar em operação em 2030, e não mais em 2029 conforme o previsto anteriormente.
Já as unidades no Complexo Boaventura, no estado do Rio de Janeiro, com 19 mil barris por dia, e na Replan, em Paulínia (RJ), com 10 mil barris por dia, agora estão previstas para a partir de 2031, e não mais a partir de 2030.
Atualmente, a companhia já pode produzir SAF por meio de coprocessamento de conteúdo renovável na refinaria Reduc (RJ). Nas refinarias Revap (SP), Regap (MG), os projetos já foram implantados e estão em processo de certificação. Já na Replan (SP), a implantação deverá ocorrer até o fim deste ano.
A companhia está na reta final para entregar seu novo plano de negócios, no fim do ano, que apresentará um cenário mais atualizado para o período de 2027 a 2031. França afirmou que o plano terá um foco importante na transição energética.
França reforçou, no entanto, que a companhia vai fazer tudo o que está previsto. “Estamos preparados para atender ao Corsia de 2027 até 2030”, afirmou, ao se referir ao esquema global de compensação e redução de emissões da aviação da Organização Internacional da Aviação Civil (Icao).
Atualmente, a companhia já pode produzir SAF por meio de coprocessamento de conteúdo renovável na refinaria Reduc (RJ). Nas refinarias Revap (SP), Regap (MG), os projetos já foram implantados e estão em processo de certificação. Já na Replan (SP), a implantação deverá ocorrer até o fim deste ano.
Reuters| Marta Nogueira



