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ATR da cana continua caindo e votação amanhã de PL dos CBios deve amenizar situação no setor

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Em Pernambuco, estado onde tem um dos melhores ATR (taxa que precifica a cana nas usinas) do Brasil, o valor pago tem sido menor que no mês de junho do ano passado, quando a tonelada chegou a 38,14 dólares. Hoje é de 34,02. Amanhã (13), por sua vez, os deputados federais de uma comissão podem votar um projeto de lei onde tende a amenizar a situação desses e de outros agricultores no Brasil, como já fez com os usineiros ao garantir os Créditos de Descarbonização (CBios) do RenovaBio (Lei Nacional dos Biocombustíveis).

Desde março deste ano, o valor do ATR vem caindo a cada mês. Foi em março quando atingiu o seu segundo maior valor se comparado desde 2022. Apesar disso, o atual ATR da cana de açúcar em Pernambuco está um pouco acima do que os valores da maioria dos meses de 2022 e de alguns deste ano também. Em levantamento do Departamento Técnico da Associação dos Fornecedores de Cana no estado (AFCP), utilizando-se da moeda norteamericana como referência, uma tonelada no preço da cana padrão está em 34,02 dólares, acima dos 31,72 dólares pagos em dezembro de 2022.

“Em março deste ano, por sua vez, o valor chegou a 37,43, caindo a cada mês desde então, situação que preocupa o setor, sobretudo diante dos custos de produção”, diz Alexandre Andrade Lima, presidente da AFCP e vice-presidente da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana). A remuneração da cana dos agricultures tem sido um problema constante e precisa (e pode) melhorar.

A Comissão de Minas e Energia da Câmara Federal tem a oportunidade de amenizar essa situação nesta quarta-feira (13), quando está prevista a votação do Projeto de Lei (PL 3149) onde inclui o setor na Lei do RenovaBio.

O projeto garante para os produtores de biomassa, incluindo a cana-de-açúcar, os Créditos de Descarbonização (CBios), hoje destinado apenas para as usinas dos biocombustíveis. O PL tem como relator o deputado Benes Leocádio (União-RN). O autor é o então deputado Efraim Filho (DEM-PB), hoje senador. O PL foi um pedido da Feplana ao político.

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