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Especial RH: O que atrofia a agilidade e a eficiência nas empresas?

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Como fazer para a empresa ser mais ágil e eficiente? 

 por Renato Fazzolari

Atualmente, mais do que nunca, a agilidade das empresas é fator determinante para torná-la competitiva ou fora do mercado. Óbvio que outros fatores também são importantes, como produto, qualidade, preço, condições de mercado e etc., mas a agilidade administrativa e operacional é de relevante importância.

E você sabe quem são os maiores inimigos da agilidade nas empresas? Se você pensou em gargalos, acertou em cheio. O gargalo é o grande vilão.

E o que são os gargalos?

Assim como os gargalos das garrafas, são todos os processos que afunilam os fluxos administrativos e operacionais, tornando-os morosos.  Por exemplo:

A falta de comunicação é um grande gargalo. A falta de uma peça ou uma máquina quebrada pode parar uma produção, e assim por diante. O conjunto de pequenos gargalos faz com que a empresa se torne lenta e tenha sua competitividade comprometida.

Mas o que fazer para identificar e solucionar esse problema?

Por incrível que pareça é fácil, é somente uma questão de vontade administrativa. Antigamente, pela falta de profissionais preparados, dizia-se que em terra de cego quem tinha um olho era rei, hoje, quem tem um olho é simplesmente zarolho.

Isso quer dizer o seguinte:

O potencial humano nas empresas em geral vem crescendo muito, e hoje em dia já existe um grande número de profissionais com boa formação escolar. Veja, falei potencial e não funcionário preparado. Potencial quer dizer que se o funcionário for bem desenvolvido, irá se tornar um bom profissional preparado. Entendido?

Pois aí é que está o segredo.

Todos na empresa são fornecedores e clientes internos, então porque não utilizar esse potencial humano para identificar e propor soluções nos gargalos que os afetam? “Quem calça o sapato é que sabe onde dói o calo”.

Com essa medida, cria-se uma autogestão operacional de baixo para cima, fazendo com que as bases possam ter a oportunidade de se tornarem mais participativas, propiciando maior automatismo, autonomia e agilidade nos fluxos operacionais, além de ser uma ação motivadora para os funcionários, que poderão mostrar seus potenciais. E ainda, se descentralizaria e descarregaria o excesso de atividades operacionais dos cargos de comando, liberando-os para assumirem as responsabilidades que suas funções exigem, e dessa forma poderem atingir com mais eficiência suas respectivas metas.

Vamos com custo ZERO, agilizar e aumentar a eficiência da Empresa?!!

Até a próxima, e muita paz!

 

 

*Renato Fazzolari é fundador da AGRHO Headhunting, psicólogo, terapeuta transpessoal, escritor, articulista da UDOP, palestrante e conferencista em congressos e seminários. Ex-Gerente e Diretor de Recursos Humanos em empresas nacionais e multinacionais.

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