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Projeto de R$ 200 milhões para produção de biometano é apresentado pela usina CMAA

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Projeto foi apresentado pela usina à secretaria municipal de meio ambiente de Uberaba e prevê investimento de R$ 200 milhões em anexo à usina Vale do Tijuco

Um novo projeto voltado à produção de energia limpa foi apresentado à Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Uberaba. A iniciativa prevê a implantação da Geomit, empresa que será responsável pela produção e distribuição de biometano a partir de resíduos da cana-de-açúcar e outras atividades do agronegócio. O investimento estimado é de R$ 200 milhões, e a unidade será instalada anexa à usina Vale do Tijuco, da Companhia Mineira de Açúcar e Álcool (CMAA).

A proposta foi formalizada por representantes da Mitsui Gás e Energia do Brasil, da Geo Biogás & Carbon (Geo) e da CMAA, com objetivo de obter o licenciamento ambiental necessário para o início das obras. A expectativa é de que a planta entre em operação entre 12 e 24 meses após o início da construção.

Segundo publicado pelo JM Online, o projeto marca o início da parceria entre a Mitsui Gás e a CMAA, com foco no aproveitamento de resíduos como vinhaça, torta de filtro e bagaço de cana, por meio da tecnologia de digestão anaeróbia — processo que transforma matéria orgânica em biogás e, posteriormente, em biometano.

Em um primeiro momento, a distribuição do biometano será realizada via transporte terrestre. No entanto, a Gasmig já estuda a implantação de um gasoduto para ampliar a capacidade de escoamento do combustível.

Além de contribuir para a diversificação da matriz energética de Minas Gerais, o biometano produzido deverá atender indústrias locais e o setor de transportes, oferecendo uma alternativa energética de baixo carbono. A iniciativa também visa reduzir as emissões de gases de efeito estufa, impulsionando o desenvolvimento sustentável do setor agroindustrial.

O secretário municipal de Meio Ambiente, Edno Cesar da Silveira, destacou que Uberaba foi escolhida devido à agilidade e eficiência proporcionadas pelo sistema digital de licenciamento ambiental. “Todos os procedimentos – prévios, de instalação e de operação – são realizados digitalmente e de forma unificada, o que traz mais rapidez e sustentabilidade ao processo”, afirmou.

A implantação do projeto deve gerar cerca de 200 empregos diretos e indiretos durante a fase de construção, e aproximadamente 60 postos de trabalho diretos na etapa de operação.

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Ep. 21: O futuro do setor sucroenergético | Perspectiva para Safra 2026/27

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