O mercado global de açúcar terá superávit de 1,45 milhão de toneladas na temporada 2025/26, que se encerra neste mês, ante um saldo positivo de 2,9 milhões de toneladas na previsão anterior, com um atraso de moagem de cana do centro-sul brasileiro, de acordo com projeção da consultoria StoneX, divulgada nesta quarta-feira, 23.
Chuvas atípicas de inverno no Centro-Sul do Brasil, associadas ao fenômeno climático El Niño, prejudicaram as operações na principal região produtora de cana do mundo. Além disso, uma qualidade da cana abaixo do esperado na região também impactou no saldo global, acrescentou a StoneX.
Por outro lado, a consultoria reduziu a projeção de déficit no mercado global de açúcar 2026/27 para 900 mil toneladas, ante um saldo negativo de 1,7 milhão de toneladas na previsão anterior, com expectativa de moagem recorde na nova safra do Centro-Sul.
O mercado global de açúcar terá superávit de 1,45 milhão de toneladas na temporada 2025/26, que se encerra neste mês, ante um saldo positivo de 2,9 milhões de toneladas na previsão anterior, com um atraso de moagem de cana do centro-sul brasileiro, de acordo com projeção da consultoria StoneX, divulgada nesta quarta-feira, 23.
Chuvas atípicas de inverno no Centro-Sul do Brasil, associadas ao fenômeno climático El Niño, prejudicaram as operações na principal região produtora de cana do mundo. Além disso, uma qualidade da cana abaixo do esperado na região também impactou no saldo global, acrescentou a StoneX.
Por outro lado, a consultoria reduziu a projeção de déficit no mercado global de açúcar 2026/27 para 900 mil toneladas, ante um saldo negativo de 1,7 milhão de toneladas na previsão anterior, com expectativa de moagem recorde na nova safra do Centro-Sul.
“O Centro-Sul (brasileiro), apesar de contar com aumento de 18% na produção dentro do calendário outubro a setembro, não será capaz de evitar ciclo 2026/27 deficitário”, disse a StoneX.
Além disso, as condições climáticas em agosto e setembro reforçaram expectativas de safras ruins na Índia e Tailândia, segundo a consultoria.
Reuters| Roberto Samora e Marcelo Teixeira



