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Fertilizantes: índice de poder de compra apresentou queda em fevereiro

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O poder de compra de fertilizantes apresentou queda em fevereiro, o que beneficia os produtores rurais. De acordo com o Índice de Poder de Compra de Fertilizantes (IPCF), o valor fechou em 1,27, representando uma melhora em relação a janeiro (1,50).

Os preços das commodities agrícolas, principalmente soja, milho e algodão, apresentaram alta em relação a janeiro, devido às quebras de safra anunciadas após os fatores climáticos adversos, principalmente no Sul do país, e à demanda da safra norte-americana. Por outro lado, a demanda aquecida no sudoeste asiático, alinhada a restrições de exportações na China e à escassez de oferta, promoveram valorização aos preços de fosfatados; enquanto o cloreto de potássio seguiu valorizado devido a questões geopolíticas na Bielorrússia e Rússia.

A rentabilidade das principais lavouras no Brasil segue a mesma direção, impulsionada pela alta dos preços internacionais das commodities agrícolas e pela taxa de câmbio atual. Apesar das adversidades (principalmente climáticas na região Sul do país), há otimismo para a safra de grãos 2021/22, que deverá ser recorde em termos de área plantada (72 milhões de hectares, segundo a Conab – Companhia Nacional de Abastecimento) e tecnologia aplicada.

O IPCF consiste na relação entre indicadores de preços de fertilizantes e de commodities agrícolas. Uma relação menor que 1,0 indica que os fertilizantes estão mais acessíveis do que no mesmo período em 2017, e uma relação maior que 1,00 significa que os adubos estão menos acessíveis em comparação com o mesmo período. O cálculo do IPCF leva em consideração as principais lavouras brasileiras: soja, milho, cana-de-açúcar e algodão. O índice é divulgado mensalmente pela Mosaic Fertilizantes, produtora de fosfatados e potássio combinados.

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