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Açúcar: NY bate máxima se quase 6 anos com redução na oferta global

Após duas temporadas consecutivas de superávit mundial de açúcar, a safra 2019/20 pode registrar déficit.
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Os contratos futuros do açúcar fecharam em alta nesta quarta-feira (21) nas bolsas internacionais, impulsionados, uma vez mais, pela oferta global apertada que reflete problemas na colheita do Brasil, Tailândia, Austrália e alguns países da América Central. Em Nova York, a ICE Futures chegou a atingir, durante o pregão, a máxima de quase seis anos no primeiro lote do açúcar bruto.

A commodity foi contratada em NY no lote março/23 a 20,75 centavos de dólar por libra-peso, valorização de 17 pontos no comparativo com os preços praticados no dia anterior. Já a tela maio/23 subiu 10 pontos, negociada a 19,32 cts//lb. Os demais contratos oscilaram entre baixa de 1 ponto e valorização de 9 pontos.

Segundo analistas ouvidos pela Reuters, “os fundamentos estão apontando cada vez mais para mais produção no próximo ano (…) mas o mercado não parece acreditar que isso aliviará o aperto de curto prazo”.

Londres

Em Londres, na ICE Futures Europe, a quarta-feira foi de alta em quase todos os lotes do açúcar branco, a única exceção foi a tela outubro/23 que caiu 1 ponto. O vencimento março/23 foi contratado ontem a US$ 566,10 a tonelada, alta de 2 dólares no comparativo com os preços praticados no dia anterior. Já a tela maio/23 subiu 1,10 dólar, contratada a US$ 544,10 a tonelada. Os demais vencimentos oscilaram, para cima, entre 10 e 90 cents de dólar.

Mercado doméstico

No mercado doméstico, o Indicador Cepea/Esalq, da USP, para o açúcar cristal voltou a subir nesta quarta-feira. A saca de 50 quilos foi negociada pelas usinas a R$ 140,08 contra R$ 139,04 de terça-feira, valorização de 0,75% no comparativo.

Etanol hidratado

Já o etanol hidratado fechou pelo sexto dia consecutivo em alta pelo Indicador Diário Paulínia. O biocombustível foi negociado pelas usinas a R$ 2.968,00 o m³, contra R$ 2.927,50 o m³ praticado no dia anterior, valorização de 1,38% no comparativo com os preços da véspera. No mês, o indicador acumula alta de 3,15%.

 Agência UDOP de Notícias 

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Episódio 23: O etanol de milho pode mudar o futuro das usinas brasileiras?

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