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Os contratos futuros do açúcar fecharam em alta nesta quinta-feira (6) nas bolsas internacionais, ainda sob efeito das incertezas quanto aos impactos da seca na produtividade dos canaviais do Centro-Sul do Brasil, maior região produtora de cana-de-açúcar do país.

Na ICE, de Nova York, a commodity foi comercializada, no vencimento julho/21, em 17,55 centavos de dólar por libra-peso, alta de 2 pontos no comparativo com os preços da véspera. Já a tela outubro/21 subiu 10 pontos, com negócios firmados em 17,58 cts/lb. As demais telas subiram entre 13 e 19 pontos.

Analistas ouvidos pela Agência Reuters destacaram ontem que “há também uma clara falta de vendas por produtores com as usinas brasileiras bem precificadas”, além da valorização do real, que subiu 1,5%, “afastando as usinas das vendas”.

Açúcar branco

Em Londres, o açúcar branco também fechou em alta em todos os lotes. O vencimento agosto/21 foi comercializado em US$ 462,90 a tonelada, alta de 2,10 dólares no comparativo com os preços praticados na véspera. Já a tela outubro/21 subiu 1,60 dólar, negociada em US$ 466,50 a tonelada. Os demais contratos subiram entre 1,80 e 3,10 dólares.

Açúcar no Brasil

O mercado doméstico, medido pelo Cepea/Esalq, da USP, fechou em baixa nesta quinta-feira, com o açúcar cristal negociado em R$ 113,75 a saca de 50 quilos, contra R$ 114,49 da véspera, desvalorização de 0,65% no comparativo.

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