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Economia: Prévia de PIB registra alta de 0,43% no segundo trimestre

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O Banco Central informou nesta segunda-feira (14) que o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB), registrou uma alta de 0,43% no segundo trimestre deste ano. O resultado pelo BC foi calculado após ajuste sazonal — uma espécie de compensação para comparar períodos diferentes. A comparação foi feita com os três últimos meses de 2022.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. O resultado oficial do período, medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), será divulgado em 1º de setembro.

Se o PIB cresce, significa que a economia vai bem e produz mais. Se o PIB cai, quer dizer que a economia está encolhendo. Ou seja, o consumo e o investimento total é menor. Entretanto, nem sempre crescimento do PIB equivale a bem estar social.

Mês de junho

De acordo com o Banco Central, em junho deste ano, na comparação com o mês anterior, o IBC-Br registrou um crescimento de 0,63%. Com isso, houve uma melhora na comparação com maio, quando o indicador teve retração de 2,05%.

Ainda segundo o BC, o IBC-Br apresentou crescimento de 3,42% na comparação com os seis primeiros meses de 2022. E, em doze meses até junho, a expansão foi de 3,35%. Nesses casos, o índice também foi calculado sem ajuste sazonal.

PIB X IBC-Br

Os resultados do IBC-Br são considerados a “prévia do PIB”. Porém, o cálculo do Banco Central é diferente do cálculo do IBGE.

O indicador do BC incorpora estimativas para a agropecuária, a indústria e o setor de serviços, além dos impostos, mas não considera o lado da demanda (incorporado no cálculo do PIB do IBGE).

O IBC-Br é uma das ferramentas usadas pelo BC para definir a taxa básica de juros do país. Com o menor crescimento da economia, por exemplo, teoricamente haveria menos pressão inflacionária, o que poderia contribuir para o relaxamento dos juros.

Atualmente, a taxa de juros básica está em 13,25% ao ano, após o BC realizar, no começo de agosto, o primeiro corte em três anos.

 
Fonte:G1
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