Home Opinião Especial RH: Fazer ou fazer, eis a questão
OpiniãoPopularÚltimas Notícias

Especial RH: Fazer ou fazer, eis a questão

Compartilhar

Você toma decisões profissionais, ou ……?

por Renato Fazzolari

Quem se depara com qualquer tipo de cargo de mando, sempre encontrará desafios que exigirão tomadas de decisões, e a este caberá a decisão de fazer ou não fazer o que deve ser feito. FAZER OU NÃO FAZER? EIS A QUESTÃO.

No dia a dia, a rotina é tocada normalmente, porém quando o novo aparece, e tem que se decidir, aí surge a dúvida; DEVO TOMAR UMA NOVA DECISÃO OU FAZER COMO SEMPRE FIZ?

Se ele decidir fazer o novo, ele se deparará com duas hipóteses:

1ª poderá dar certo o que vier a fazer, ou,

2ª poderá dar errado.

O sucesso das empresas está alicerçado sempre nas decisões certas, de maneira que se ocorrer a 1ª alternativa e ele acertar, estará somando para que a empresa atinja suas metas e obtenha melhores resultados, afinal ele está lá para isso.

No caso de acontecer a 2ª alternativa, ou seja: dar errado, ele poderá ficar chateado, e até correr algum risco (o que faz parte dos cargos de mando), porém o que normalmente acaba acontecendo, é que ele aprenderá com o erro, adquirirá mais experiência e provavelmente da próxima vez acertará.

Todavia, o perigo está no profissional que por uma questão de acomodação, falta de coragem, incompetência e principalmente por autoproteção, sempre arruma uma maneira de não tomar nenhuma nova decisão, e nada de novo fazer. Esse tipo de profissional dificilmente errará, mas com certeza também nunca acertará. Estará protegido pelo “manto da omissão”, e se sempre agir assim, dependendo do grau de importância do seu cargo, com o tempo poderá até quebrar a empresa.

Observação importante: Nos dias atuais, as mudanças ocorrem em uma velocidade incrível, e em matéria de empresas, em menos de sete anos tudo muda literalmente.

Então podemos constatar que cada vez mais os profissionais terão de tomar decisões e fazer as coisas acontecerem, pois caso contrário, se esconderem atrás de uma inércia e não participarem ativamente com suas decisões para acompanharem o processo natural das mudanças, fatalmente em pouco tempo ficarão ultrapassados, e serão responsáveis pelas desatualizações e atrofias das empresas em que trabalham.

Vale ressaltar que, quanto mais alto o cargo, mais importante é a função de tomada de decisões.

Até a próxima e muita paz!

 

*Renato Fazzolari é fundador da AGRHO Headhunting, psicólogo, terapeuta transpessoal, escritor, articulista da UDOP, palestrante e conferencista em congressos e seminários. Ex-Gerente e Diretor de Recursos Humanos em empresas nacionais e multinacionais.

Compartilhar

Episódio 20: Murchamento: A Nova Ameaça da Cana | DaCana Cast

Episódio 19: Ameaça a produtividade dos canaviais: doenças e nematoides. Como se proteger?

Enviamos diariamente um boletim informativo com destaques do setor bioenergético 

Artigo Relacionado
Últimas Notícias

Acelen é notificada para prestar esclarecimentos sobre política de preços dos combustíveis

Empresa que administra a Refinaria de Mataripe, antiga Refinaria Landulpho Alves, terá...

Últimas Notícias

STJ dá vitória a 45 fazendeiros contra usina da Atvos por infestação de moscas da cana

O processo começou a tramitar em 2015. O grupo ligado à atividade...

Reprodução/Pé na Estrada | Crédito: Reprodução/Pé na Estrada Direitos autorais: Reprodução/Pé na Estrada
Últimas Notícias

CNA pede redução temporária de impostos sobre diesel para mitigar impactos na economia

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) solicitou ao Ministério...