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Etanol: preço médio fecha 3,81% mais caro para o consumidor

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Fuel pump, gas & petrol station. Free public domain CC0 photo (Crédito Rawpixel)
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Apenas o estado do Acre apresentou recuo para o preço do etanol

O preço médio do etanol no Brasil ficou ficou mais caro para os motoristas e fechou a primeira quinzena de março a média de R$ 4,60, com acréscimo de 3,81% em relação ao mês anterior. O último Índice de Preços Ticket Log (IPTL) apontou ainda que os aumentos por região chegaram a 5,16%, como é o caso do Norte, onde o combustível fechou a R$ 5,01, maior preço médio entre as regiões.

De acordo com Douglas Pina, Diretor-Geral de Mobilidade da Edenred Brasil, diferentemente de fevereiro, em que apenas o Amazonas e o Mato Grosso tiveram o etanol como combustível mais vantajoso para abastecimento, neste início de março, nos Estados do Acre, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e São Paulo o etanol também foi considerado mais econômico que a gasolina, reflexo do aumento de mais de 9% no preço médio do combustível.

No recorte por Estado, apenas o Acre registrou recuo no preço médio do etanol, de 1,08%, que fechou a R$ 4,39. Assim como para a gasolina, o aumento mais expressivo para o etanol foi identificado nas bombas de abastecimento do Amazonas (14,96%), que passou de R$ 4 para R$ 4,59. Porém, o preço médio mais caro ficou com o Pará (R$ 5,32), e o mais barato, com o Mato Grosso (R$ 3,82).

“Por ser produzido a partir da cana-de-açúcar ou milho, o etanol é considerado ecologicamente mais viável para abastecimento, por ser capaz de reduzir consideravelmente as emissões de gases responsáveis pelas mudanças climáticas”, disse Pina

Já o preço médio do litro da gasolina foi comercializado a média de R$ 5,88, um aumento de 9,04%, quando comparado a fevereiro. “A última redução anunciada de 3,93% para a gasolina não foi suficiente para frear os acréscimos ocasionados pela reoneração dos combustíveis e os aumentos foram constatados nas bombas de abastecimento de todos os Estados brasileiros e também no Distrito Federal”, observa Douglas Pina, Diretor-Geral de Mobilidade da Edenred Brasil.

Na análise regional, as altas vão de 8,49% no Sudeste, onde a gasolina fechou a R$ 5,65, com a menor média entre as regiões, a 9,85% na Região Norte, onde o combustível foi comercializado a R$ 6,23, maior preço médio nacional.

Na análise por Estado, todos e o Distrito Federal registraram aumento de mais de 4% no valor da gasolina. O destaque no período ficou novamente com o Amazonas, onde o combustível aumentou 16,25% e passou de R$ 5,63 para R$ 6,55. Ainda assim, o preço médio mais elevado foi identificado em Roraima, a R$ 6,63, e o mais baixo, na Paraíba, a R$ 5,40

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