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Fundação Raízen conclui 2022 com mais de 3 mil jovens formados

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Programa Ativa Juventude, iniciativa que impulsiona jovens estudantes de escolas públicas e desenvolve competências socioemocionais, chega a 37 cidades

Com o encerramento de mais um ano letivo, a Fundação Raízen celebra neste mês a conclusão das turmas do 2º semestre do programa Ativa Juventude, e os resultados alcançados em 2022. Neste ano, foram mais de 3.400 adolescentes formados, em 37 municípios, destes, 19 são localidades novas em que o Ativa Juventude ainda não havia atuado.

Esse movimento faz parte da estratégia de expansão da Fundação Raízen e do compromisso público da Raízen de impulsionar ações em educação, por meio de programas da Fundação Raízen em 100% dos territórios em que tem operação até 2030.

A iniciativa impulsiona jovens estudantes de escolas públicas em fase de transição para o ensino médio a descobrirem suas vocações e caminhos profissionais.

Presente já em seis estados, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná e Goiás, o programa Ativa Juventude promove desenvolvimento de competências socioemocionais para adolescentes, por meio de duas modalidades em modelo híbrido e presencial. Além disso, incentiva a permanência na escola e a aprendizagem contínua, com uma metodologia que estimula o protagonismo.

“A energia que investimos nesses jovens fomenta o aprendizado em uma fase fundamental da vida, florescendo seu potencial de transformarem suas próprias histórias, de suas famílias e de suas comunidades”, afirma Fernanda Ferraz, gerente de Performance Social na Raízen e diretora executiva da Fundação Raízen. “Por isso, a formatura é um momento tão importante, em que reunimos toda a comunidade para celebrar essa jornada de desenvolvimento, que estimula nossos jovens a sonhar e continuar estudando”, completa.

As ações da Fundação Raízen não só potencializam vocações e protagonismo, como pretendem contribuir para a diminuição da evasão escolar ao criar vínculos positivos com o processo de aprendizagem.

Segundo um estudo do UNICEF divulgado em setembro, dois milhões de crianças e adolescentes brasileiros de 11 a 19 anos não estavam frequentando a escola naquele momento. A pesquisa revela ainda que, nos três meses que antecederam o estudo, 21% dos estudantes de 11 a 19 anos da rede pública pensaram em desistir da escola.

Em 2022 a Fundação Raízen também dedicou esforços para o fortalecimento e cuidado da saúde mental de adolescentes. Além de abordar o tema em sua metodologia, a Instituição passou a apoiar o “Pode Falar”, canal de ajuda virtual em saúde mental e bem-estar criado pelo UNICEF. O projeto, que já conta com mais de 35 mil acessos, oferece escuta qualificada de profissionais de entidades especializadas na área, e funciona de forma anônima e gratuita. Com a parceria, o canal expandiu seus horários de atendimento para auxiliar mais jovens, passando a acolher também alunos do Ativa Juventude.

A Instituição também segue investindo na formação de educadores em competências socioemocionais, bem como na certificação pelo Amplifica, parceiro Google for Education, capacitação voltada ao desenvolvimento de práticas pedagógicas com o uso de metodologias ativas.

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