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Com 10,3 milhões de toneladas moídas, Grupo Colombo supera desafios climáticos na safra 2024/25

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Segundo Relatório da companhia, apesar das condições climáticas adversas, o Grupo processou 10,3 milhões de toneladas de cana, o segundo maior volume já registrado em sua história.

O Grupo Colombo, um dos líderes do setor sucroenergético brasileiro, anuncia os resultados de seu Relatório da Administração da safra 2024/25, destacando um volume expressivo de moagem e um patamar recorde de investimentos, reforçando seu compromisso com a sustentabilidade e a excelência operacional.

Apesar das condições climáticas adversas, o Grupo processou 10,3 milhões de toneladas de cana, o segundo maior volume já registrado em sua história, atingindo uma Receita Líquida de R$ 3,0 bilhões. “A safra 2024/25 foi um verdadeiro teste de resiliência e adaptação para o setor, e o Grupo Colombo demonstrou sua força e preparo”, afirma Luis Marcelo Spadotto, CEO da Colombo Agroindústria, que assumiu a direção em junho, com a missão de conduzir um novo ciclo de crescimento do Grupo. “Nossos resultados financeiros, impulsionados por investimentos estratégicos e uma gestão rigorosa, pavimentam o caminho para um futuro de crescimento e inovação contínuos.”

Um dos destaques do período foram o EBITDA Contábil de R$ 1,842 bilhões e EBITDA Ajustado 1,413 Bilhões (desconsidera os efeitos da norma contábil IFRS16), o que demonstram a forte capacidade de geração de caixa operacional, garantindo a solidez financeira do Grupo. A Margem EBITDA neste ciclo foi 47,2%.

A posição de liquidez do Grupo também foi significativamente fortalecida, com o Caixa Final de R$ 1,382 bilhão, ante os R$ 954 milhões da safra anterior, o equivalente a cobertura de 2,7 vezes a dívida de curto prazo. Este movimento foi sustentado por captação de recursos em um ciclo de mercado financeiro em condições competitivas, e contribuiu para a manutenção do prazo de amortização do endividamento

Com um DNA inovador e voltado para expansão, a Colombo realizou investimentos (CAPEX) totalizando R$ 1,374 bilhão na safra 2024/25, um aumento substancial em comparação aos R$ 1,119 bilhão do período anterior. Esses aportes estratégicos foram direcionados para:

– Produtividade Agrícola: renovação de canaviais e mecanização do plantio, elevando a capacidade mecanizada para 78% do total e otimizando custos.

– Diversificação e Flexibilidade Industrial: Construção da nova fábrica de açúcar em Palestina, que permitirá a diversificação da produção em uma unidade antes exclusiva para etanol, ampliando a flexibilidade do mix.

– Ampliação da Capacidade: Implantação do 5º terno de moenda em Santa Albertina, que proporcionará um aumento de 6% na capacidade de moagem da unidade a partir da próxima safra, além de maior eficiência na extração do caldo da cana.

No front operacional, a Colombo produziu de 525 mil toneladas de açúcar (ante 705 mil toneladas em 2023/24) e 534 mil m³ de etanol, um novo recorde de volume (ante 533 mil m³ em 2023/24), refletindo a capacidade da companhia de responder à demanda crescente por biocombustíveis e otimizar o mix de produção. Apesar da menor moagem, em relação a safra 2023/24, quando o Grupo processou 12 milhões de toneladas de cana, os bons preços das commodities mitigou impacto sobre a receita. A comercialização de CBIOs e energia elétrica continuou a diversificar as fontes de receita do Grupo.

De acordo com Spadotto, a safra 2024/25 foi um verdadeiro teste de resiliência e adaptação para o setor, e o Grupo Colombo demonstrou sua força e preparo.

A marca Caravelas mantém se como líder de vendas no varejo de açúcar, com market share de 12,1%. Destaque para o açúcar refinado, ocupando a 2ª posição com 25,3% de participação de mercado e o açúcar cristal, 4º mais vendido com 4,5% de share, segundo a Nielsen.

O Grupo Colombo avançou significativamente em sua governança corporativa, implementando um Conselho de Administração profissional, que agora inclui uma Presidente independente, Andrea Rolim, e novos conselheiros com vasta experiência de mercado, como Jucelino Sousa, Luis Felli, Marcos Jank, Tadeu Fraga, Levindo Santos, Ruy Cunha e Alberto Klumb. Foram criados Comitês de Apoio especializados para aprimorar a tomada de decisões.

O compromisso com a integridade foi reforçado com a adesão ao Pacto Brasil da CGU (Controladoria-Geral da União) e ao Pacto Empresarial pela Integridade e Contra a Corrupção do Instituto EHTIS. A chegada de um novo CFO e um novo Diretor de Commodities em julho complementará a nova estrutura executiva, consolidando um ciclo de profissionalização.

“Estamos investindo cada vez mais para que a Colombo seja não apenas um benchmark de mercado, mas também de governança e ética”, complementa Luis Marcelo Spadotto. “Nosso foco na sustentabilidade é inegociável, com certificações como ISO 9001, ISO 14001, FSSC 22000, Bonsucro, IBD Orgânica, RenovaBio e Selo Energia Verde, além de programas sociais e de bem-estar para nossos colaboradores, como a certificação Great Place to Work pelo terceiro ano consecutivo. Isso tudo reitera nosso papel como agente de transformação e desenvolvimento sustentável.”

 

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