Home Últimas Notícias Imposto de importação para carros elétricos poderia ser mais severo, diz Mercadante
Últimas Notícias

Imposto de importação para carros elétricos poderia ser mais severo, diz Mercadante

Brasília- DF 15-03-2016 Aloizio Mercadante, durante coletiva no MEC. Foto Lula Marques/Agência PT
Compartilhar

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, avaliou nesta quinta-feira, 1º, que a alíquota do imposto de importação para carros elétricos poderia ser “mais severa” e defendeu mais investimentos da China no Brasil.

Mercadante também declarou que o Brasil, por não ter uma capacidade fiscal equivalente aos Estados Unidos, deve usar o crédito com “muita inteligência” em áreas estratégicas.

“Agora nós estamos estabelecendo alíquotas e, se dependesse de mim, as alíquotas seriam mais severas. Cotas foram dadas. Você não pode romper uma relação bilateral, ainda mais com um país amigo como é a China”, afirmou o presidente do banco público, em evento de celebração dos 50 anos de relações diplomáticas entre Brasil e China.

A defesa do governo é incentivar a produção de veículos eletrificados no Brasil, atraindo investimentos para o setor. Em julho, o imposto passou de 10% para 18%. A perspectiva é atingir 35% em julho de 2026. As importações de carros elétricos neste ano “cresceram 440%”, declarou Mercadante.

“Não nos interessa importar carro elétrico. Isso é um momento passageiro. Nós queremos investimento no Brasil. Queremos que a BYD produza aqui, ônibus elétrico e o carro híbrido”, disse ele.

A BYD e o governo da Bahia formalizaram em março o processo de compra e venda do terreno onde funcionará a fábrica da montadora chinesa em Camaçari, próximo a Salvador.

Mercadante falou da necessidade de “botar de pé” a fábrica o quanto antes, para entregar “um carro sino-brasileiro”.

“EUA fazendo um Plano Marshall para se reindustrializar, Europa segue (com investimento no setor). E nós não temos a mesma capacidade fiscal, então temos que ter muita inteligência para usar o crédito em áreas estratégicas, como é inovação do BNDES, a TR, e o Fundo Clima”, afirmou.

Agência Estado
Compartilhar

Episódio 25: Bioenergia sem limites: o futuro da cana além do açúcar e do etanol

Episódio 24: A irrigação será indispensável para o futuro da cana-de-açúcar?

Enviamos diariamente um boletim informativo com destaques do setor bioenergético 

Artigo Relacionado
Últimas Notícias

Petróleo dispara após fechamento com EUA revogando licença do Irã para vendas

Os preços do petróleo fecharam com alta de 3% nesta terça-feira, 7,...

Últimas Notícias

Entregas de fertilizantes registraram mais de 12 milhões de t no primeiro quadrimestre de 2026

O cenário geopolítico internacional segue complexo e o crédito e os juros...

Últimas NotíciasOpinião

Quem deve liderar a transformação da gestão agrícola de uma usina?

Nos últimos anos, o setor sucroenergético passou a operar em um ambiente...

Últimas Notícias

Frota pesada: biometano une potencial energético à baixa emissão de carbono na operação

Com painéis dedicados ao tema, FenaBio conecta conteúdo técnico, inovação e negócios...