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Milho segue firme na B3: o que significa?

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Em Chicago o cereal fechou em alta com perspectiva de redução do milho safrinha no Brasil

Com previsão de menor oferta, o milho segue firme na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) e os principais vencimentos sobem até+1,4%, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os principais contratos de milho fecharam o dia em campo positivo nesta terça-feira na B3”, comenta.

“Na esteira das movimentações, a expectativa de uma menor oferta, onde no dia de ontem, o Imea projetou uma redução na expectativa de produção. Segundo o relato, o Estado deve colher 43,75 milhões de toneladas de milho segunda safra, recuo de 2,5% em relação à estimativa de novembro e de 16,67% em relação ao ciclo 2022/23. Da mesma forma, o órgão projeta redução na área. A projeção do órgão levou algumas casas de análise a reverem seus números no dia de hoje”, completa.

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em alta. “O vencimento de janeiro/24 foi de R$ 70,59, alta de R$ 0,61 no dia, alta de R$ 2,38 na semana; março/24 fechou a R$ 74,50 alta de R$ 1,95 no dia, alta de R$ 1,95 na semana; o vencimento maio/24 fechou a R$ 74,59, alta de R$ 0,76 no dia e alta de R$ 1,26 na semana”, indica.

Em Chicago o cereal fechou em alta com perspectiva de redução do milho safrinha no Brasil. “A cotação de março24, referência para a nossa safra de verão, fechou em alta de 1,03 % ou $ 5,00 cents/bushel a $ 490,50 A cotação para maio24, fechou em alta de 1,01 % ou $ 5,00 cents/bushel a $ 502,00”, informa.

“Durante o pregão, os contratos de milho trabalham perto da estabilidade, mas com viés de alta. Empresas privadas relataram forte atraso na compra de insumos para a safrinha no Brasil por parte dos produtores, disse a Granar. Segundo a consultoria agrícola, isso reforça a chance de um corte significativo nas intenções de plantio de milho, em resposta ao atraso no plantio de soja”, conclui.

Agrolink

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