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Mesmo com a desvalorização mundial de várias commodities, com a nova ameaça de uma cepa mais contagiosa da Covid-19, os contratos futuros do açúcar iniciaram a semana em alta nos lotes de maior liquidez das bolsas de Nova York e Londres.

A sessão de ontem iniciou com forte baixa, mas foi, aos poucos, se recuperando, até o ponto de fechar no azul nos principais vencimentos.

Na ICE, de Nova York, o açúcar bruto foi negociado, no vencimento março/21, a 14,53 centavos de dólar por libra-peso, alta de 9 pontos no comparativo com os preços praticados na sexta-feira. Já o lote para maio/21 subiu 5 pontos, negociado em 13,89 cts/lb.

Os demais contratos subiram entre 1 e 6 pontos, com exceção aos lotes com vencimentos março, maio e julho/23, que caíram entre 2 e 3 pontos.

Em Londres o açúcar branco fechou valorizado em todos os vencimentos. A tela março/21 foi comercializada em US$ 400,30 a tonelada, alta de 2 dólares no comparativo com a sessão anterior.

Já a tela para maio/21 subiu 1,80 dólar, negociada em US$ 393,30 a tonelada. Os demais contratos valorizaram entre 1,40 e 1,90 dólar.

Mercado doméstico

O mercado interno também começou a semana em alta pelo Indicador Cepea/Esalq, da USP. Ontem a saca de 50 quilos do tipo cristal fechou cotada em R$ 108,08, alta de 0,56% no comparativo com os preços praticados na sexta-feira, quando a mesma saca foi vendida em R$ 107,48.

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