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Petróleo fecha com leve alta antes de novas conversas entre EUA e Irã

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As cotações do petróleo fecharam em alta nesta quarta-feira, 25, na véspera de uma nova rodada de negociações entre Washington e Teerã, enquanto os investidores não descartam a possibilidade de uma intervenção militar dos Estados Unidos.

O preço do barril de tipo Brent, negociado em Londres para entrega em abril, subiu 0,11%, para US$ 70,85. Seu equivalente no mercado americano, o barril de tipo West Texas Intermediate (WTI), cujos contratos vencem nesse mesmo mês, subiu 0,32%, para US$ 65,42.

“O risco geopolítico continua sustentando os preços, que se mantêm em seus níveis mais altos em sete meses”, explicou o analista sênior de mercado do The Price Futures Group, Phil Flynn.

Uma terceira rodada de negociações sobre o programa nuclear do Irã será realizada na quinta-feira em Genebra, na Suíça, entre Washington e Teerã.

Sem um acordo entre ambos os países, “a possibilidade de uma ação militar é alta e não cessa de crescer”, indicaram analistas da ING.

Uma intervenção militar no Irã fará os preços do petróleo dispararem, pois o país asiático é um importante produtor da commodity.

Os operadores também temem um possível bloqueio do Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% da produção global de petróleo.

No caso de um ataque americano, “os preços poderiam chegar a níveis próximos dos vistos em junho [quando os Estados Unidos atacaram instalações nucleares iranianas], em torno de US$ 78” para o WTI, disse o analista da Mizuho USA, Robert Yawger, à AFP.

Em paralelo, as cotações do petróleo foram contidas pelo anúncio nesta quarta de “um crescimento considerável das reservas comerciais” nos Estados Unidos, indicou Yawger. Na semana passada, essas reservas aumentaram em 16 milhões de barris, o maior incremento em quase três anos.

Agence France-Presse 

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Campanha reforça ações integradas com foco em segurança, meio ambiente e eficiência operacional A Raízen anunciou o lançamento de sua estratégia integrada de prevenção e combate a incêndios para a safra 2026/27, diante da aproximação do período seco e da possibilidade de eventos climáticos extremos. A iniciativa, que passa a vigorar a partir de maio, é estruturada por meio da campanha “Quem Ama a Terra, Não Chama o Fogo” e tem como base a integração entre segurança, preservação ambiental e eficiência operacional. A companhia informa que o tema permanece como prioridade para a nova safra, com investimentos direcionados a pessoas, tecnologias e equipamentos. A campanha reúne diversas frentes de atuação coordenadas, incluindo plano de mídia, realização de carreatas e blitz educativas, ações pedagógicas em escolas, iniciativas de relações públicas e reforço da comunicação interna. De acordo com Hamilton Jordão, gerente corporativo de Operações Agrícolas da Raízen, a antecipação do período seco tem exigido intensificação das ações preventivas. Segundo ele, a prevenção de incêndios é tratada como um dos pilares das práticas no campo, com integração entre eficiência operacional e relacionamento com as comunidades do entorno. A estrutura de resposta a incêndios da companhia inclui monitoramento 24 horas com uso de satélites, sensores e softwares de inteligência, além de previsões meteorológicas e treinamentos de brigadas. Para a safra 2026/27, teve início a instalação de câmeras de alta precisão na unidade Barra, que utilizam inteligência artificial para prever e mitigar riscos antes mesmo do surgimento de focos de incêndio. O trabalho preventivo abrange o monitoramento de mais de 430 mil hectares de cana-de-açúcar. Segundo Jordão, a segurança da comunidade e a integridade das operações demandam atuação conjunta entre equipes, parceiros e sociedade, com foco na continuidade e sustentabilidade das atividades. Para a campanha deste ano, a Raízen contará com uma frota de 238 veículos de brigada, sendo 206 caminhões-pipa e 32 Veículos de Intervenção Rápida (VIR), além de um contingente de mais de 600 brigadistas dedicados e cerca de 1.300 colaboradores treinados para suporte. A companhia também atua em parceria com Corpo de Bombeiros, polícias Rodoviária e Ambiental, prefeituras, associações, fornecedores de cana e empresas parceiras, promovendo treinamentos e campanhas educativas com foco na prevenção de incêndios. Como parte das ações de combate, a Raízen disponibiliza a Central Contra Incêndios pelo telefone 0800 770 22 33, canal voltado ao reporte imediato de ocorrências em canaviais, além da orientação para acionamento do Corpo de Bombeiros pelo número 193. Entre os principais fatores que contribuem para o surgimento e a propagação de incêndios estão o descarte de bitucas de cigarro em estradas, fogueiras, soltura de balões, rituais religiosos em áreas abertas, limpeza de terrenos em regiões próximas a cidades e rodovias, além de incêndios criminosos. Condições climáticas como tempo seco, altas temperaturas e ventos intensos também ampliam o risco de propagação do fogo. Em relação às práticas agrícolas, a empresa destaca que atua em conformidade com o “Protocolo Agroambiental – Etanol Mais Verde” e informa que não utiliza o fogo em nenhuma etapa de seus processos. A queima da palha da cana-de-açúcar foi eliminada há anos nas áreas de atuação da companhia, com adoção exclusiva de colheita mecanizada, sem envolvimento com focos de incêndio ou práticas de queimadas em suas operações no campo.

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