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Preços do açúcar recuperam perdas iniciais

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Os preços do açúcar recuperaram na segunda-feira das perdas iniciais e fecharam moderadamente em alta, uma vez que um dólar mais fraco provocou uma cobertura a descoberto nos futuros do açúcar. O contrato do açúcar de março em Nova Yorque fechou na segunda-feira com ligeira alta de US$ 0,22, 0,82%, fechando a US$27,20. Já o contrato de açúcar branco de março fechou em Londres com alta de US$ 7,60, 1,03%, indo a US$ 745,60.

Os preços do açúcar na segunda-feira tinham caído devido ao aumento da produção de açúcar no Brasil. A Unica informou na segunda-feira que a produção de açúcar do Centro-Sul do Brasil na primeira quinzena de novembro aumentou 30,9% para 2,19 milhões de t e que a produção de açúcar na safra 2023/24 até meados de novembro aumentou 23,1%  para 39.412 milhões de toneladas. Além disso, 49,41% da cana moída foi utilizada para a produção de açúcar este ano, um aumento em relação aos 45,97% do ano passado.

Um fator de baixa para os preços do açúcar foi a decisão da Organização Internacional do Açúcar (ISO), em 15 de novembro, de aumentar sua estimativa de produção global de açúcar para 2023/24 (outubro-setembro) para 179,9 milhões de t, de uma estimativa anterior de 174,8 milhões de t, e reduzir sua produção global de açúcar para 2023/24. O déficit global de açúcar para 335 mil toneladas métricas, face a uma previsão anterior de 2,1 milhões de toneladas métricas.

O açúcar também é apoiado pelas fortes chuvas na Europa que inundaram campos e atrasaram a produção de beterraba sacarina, ameaçando restringir ainda mais a oferta global de açúcar. A França recebeu recentemente 32 dias consecutivos de chuvas, o período mais longo desde 1998. Quase 50% da beterraba sacarina da França permanece sem colheita devido aos campos inundados, e se os campos não secarem logo para permitir o trabalho de campo, o restante da colheita de beterraba poderá ser danificado pela geada.

Natália Cherubin com informações da Barchart
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