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Os preços do açúcar se mantiveram em alta nesta quinta-feira (4) num cenário de oferta apertada no curto prazo. Tanto Londres (açúcar branco) como Nova York (açúcar bruto) se valorizaram ontem.

Na ICE, em Nova York, o vencimento março/21 fechou cotado em 16,05 centavos de dólar por libra-peso, pequena variação positiva de 1 ponto no comparativo com a véspera. Já a tela maio/21 subiu 11 pontos, negociada em 15,32 cts/lb. Os demais contratos subiram entre 4 e 10 pontos no comparativo entre as datas.

Em Londres o vencimento março/21 da commodity subiu 2,80 dólares, negociado em US$ 465,40 a tonelada. Já a tela maio/21 foi comercializada em US$ 444,70 a tonelada, valorização de 2,90 dólares. Os demais contratos subiram entre 2,90 e 3,20 dólares.

Segundo a consultoria Czarnikow, a produção de cana-de-açúcar da Tailândia deve se recuperar na temporada 2021/22, já que os preços mais altos pagos pelas usinas aos produtores estão fazendo com que as intenções de plantio aumentem.

Operadores disseram à Reuters que é improvável que ocorra um “sell-off” significativo no açúcar no curto prazo, mas que os preços podem recuar, já que a próxima colheita do Brasil se aproxima.

Mercado doméstico

No mercado interno o açúcar cristal, medido pelo Cepea/Esalq, da USP, fechou novamente desvalorizado nesta quinta-feira. A saca de 50 quilos foi negociada em R$ 107,58, queda de 0,77% no comparativo com a véspera. Esta foi a terceira desvalorização seguida do indicador.

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