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Preços do petróleo sobem mais de US$ 1 por barril com risco de restrição à oferta

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Os índices de referência do petróleo Brent e do West Texas Intermediate (WTI) dos Estados Unidos chegaram a subir mais de US$ 1 por barril nesta sexta-feira, 5, com os mercados atentos a sinais de qualquer conflito direto entre Israel e Irã que possa restringir ainda mais a oferta.

O Brent fechou em US$ 91,17 por barril, alta de US$ 0,52, ou 0,57%, enquanto o WTI dos EUA encerrou a US$ 86,91 por barril, avanço de US$ 0,32, ou 0,37%.

Na quinta-feira, ambos os índices fecharam em seus patamares mais elevados desde outubro.

O Brent e o WTI estão a caminho de fechar a semana com ganhos de mais de 4%, depois que o Irã, o terceiro maior produtor da Opep, prometeu vingança contra Israel por um ataque que matou militares iranianos de alto escalão.

“Se o Irã atacar diretamente Israel, isso nunca aconteceu antes”, disse o analista Phil Flynn, da Price Futures Group. “É apenas mais um dominó prestes a cair na esteira do risco geopolítico”.

Israel não assumiu a responsabilidade pelo ataque de segunda-feira ao complexo da embaixada do Irã na Síria.

Os ataques contínuos por drones ucranianos às refinarias na Rússia podem ter interrompido mais de 15% da capacidade russa, disse uma autoridade da Otan na quinta-feira, afetando a produção de combustível do país.

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados liderados pela Rússia (Opep+) deixou inalterada nesta semana sua política de fornecimento de petróleo e pressionou alguns países a aumentarem a conformidade com os cortes na produção.

“A perspectiva de um mercado mais restrito deve levar a uma redução nos estoques durante o segundo trimestre”, escreveram os analistas da ANZ, Daniel Hynes e Soni Kumari, em nota.

Esta semana, pela primeira vez desde outubro, as empresas de energia dos EUA reduziram o número de plataformas de petróleo e gás natural em operação pela terceira semana seguida, disse a provedora de serviços de energia Baker Hughes nesta sexta-feira, em relatório.

O número de plataformas de petróleo e gás, um indicador precoce da produção futura, caiu em 1, para 620, na semana encerrada em 5 de abril, o nível mais baixo desde o início de fevereiro.

Reuters/Erwin Seba
Com reportagem de Ahmad Ghaddar, Noah Browning e Florence Tan
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