Home Últimas Notícias Qualidade de equipamentos de proteção individual para agrotóxicos é tema de debate em feira internacional
Últimas Notícias

Qualidade de equipamentos de proteção individual para agrotóxicos é tema de debate em feira internacional

Compartilhar

Coordenador do programa IAC-Quepia, resultante de parceria público-privada, pesquisador Hamilton Ramos está à frente de estudos relevantes na área

Considerado o principal evento da área na América Latina, a FISP – Feira Internacional de Segurança e Proteção – ocorreu na capital paulista nos últimos dias. Na abertura do encontro, no auditório da ABNT/CB 32, a feira recebeu o pesquisador científico Hamilton Ramos, coordenador do programa IAC-Quepia de Qualidade de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) na Agricultura, para discutir sobre a “Qualidade de EPI para Agrotóxicos”. Há quase 17 anos, o ‘Quepia’ se dedica a estudos com vistas ao aprimoramento da qualidade de EPI nas aplicações de agrotóxicos.

O programa IAC-Quepia resulta de uma parceria entre o Centro de Engenharia e Automação (CEA), do Instituto Agronômico (IAC), órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de SP na cidade de Jundiaí, e o setor privado. O pesquisador, também diretor do CEA, figura entre os principais estudiosos de EPI agrícolas. Ele é membro do Comitê da ISO dedicado à área e também do Consórcio Internacional de Equipamentos de Proteção Individual na Agricultura, formado por oito países.

Entre os trabalhos recentes mais relevantes liderados por Ramos destacam-se pesquisas voltadas a análises de qualidade de EPI agrícolas, com base na norma ISO 17491-4 e um novo método, desenvolvido no Brasil, cujo objetivo é avaliar procedimentos para a descontaminação de vestimentas protetivas empregadas na aplicação de agrotóxicos. Este último foi apresentado nos últimos dias, em reunião do Consórcio Internacional de EPI realizada na Suíça.

Conforme registros oficiais, desde que foi criado o programa IAC-Quepia responde por uma significativa redução nas reprovações de qualidade de vestimentas protetivas agrícolas fabricadas no Brasil, da ordem de 80% do montante analisado pela iniciativa, em 2010, para menos de 20% nos dias de hoje.

Compartilhar

Episódio 26: Manejo de plantas daninhas em cana: por que começar antes faz toda a diferença?

Episódio 25: Bioenergia sem limites: o futuro da cana além do açúcar e do etanol

Enviamos diariamente um boletim informativo com destaques do setor bioenergético 

Artigo Relacionado
Últimas Notícias

IAC e Better Beef firmam parceria para desenvolver batata-doce voltada à produção de etanol e biometano

Acordo prevê desenvolvimento de cultivares industriais com maior rendimento para biocombustíveis e...

Últimas Notícias

Estados Unidos mantêm cota mínima de importação de açúcar para 2027

USTR confirma volume mínimo previsto na OMC para açúcar bruto; Brasil é...

Últimas Notícias

Raízen nomeia Felix Faber como vice-presidente do conselho de administração

Executivo indicado pela Shell tem mais de 26 anos de experiência no...

Últimas Notícias

Petróleo fecha acima de US$ 100 pela primeira vez desde maio com tensões no Oriente Médio

Os preços do petróleo fecharam acima de US$ 100 nesta quinta-feira, 23,...