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Raízen e fornecedores fortalecem ações contra incêndios em canaviais diante de desafios climáticos

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Diante de um cenário marcado pela estiagem prolongada e pelos impactos das mudanças climáticas, a Raízen intensifica a sua campanha anual de prevenção e combate a incêndios em canaviais. Com a ausência de chuvas, a empresa e seus fornecedores unem alta tecnologia, frota automatizada, capacitação e mobilização comunitária para proteger canaviais, colaboradores, comunidades e meio ambiente.

A campanha “Quem ama a terra não chama o fogo”, já consolidada no calendário da companhia, assume ainda mais relevância diante das condições extremas. O investimento tem como foco pessoas, tecnologias e equipamentos, reforçando o compromisso da empresa com a segurança e a sustentabilidade.

“A prevenção contra incêndios é prioridade para nós. Estamos comprometidos em investir em tecnologias e capacitar nossos colaboradores e parceiros para enfrentar os desafios climáticos que se intensificam ano a ano”, afirma Hamilton Jordão, Gerente Executivo de Operações Agrícolas da Raízen.

Tecnologia que antecipa o fogo

O monitoramento abrange 700 mil hectares de cana-de-açúcar e integra recursos como detecção de incêndios via satélite, câmeras estratégicas e 350 estações meteorológicas que coletam dados de umidade, vento e temperatura. Essas informações são processadas por softwares de inteligência que identificam áreas de maior risco, permitindo que as brigadas se posicionem antes mesmo de o fogo começar.

A frota de combate inclui mais de 300 veículos de brigada, entre caminhões-pipa e Veículos de Intervenção Rápida (VIR). Ao todo, são 732 brigadistas e 1.971 profissionais treinados. Os caminhões automatizados permitem controle do canhão de água de dentro da cabine, garantindo mais segurança às equipes.

Implantada em 2020, a Brigada 2.0 padronizou mais de 30 protocolos e elevou a eficiência operacional, hoje com mais de 300 veículos dedicados à prevenção e combate.

Fornecedores engajados

Com o Elos Raízen, fornecedores têm acesso a tecnologias, protocolos e acompanhamento dos Gestores de Sustentabilidade da Raízen. A atuação inclui desde a checagem de autorizações e denúncias de ocorrências criminosas até a realização de diálogos de segurança nas frentes de colheita durante o período mais crítico, além do suporte a iniciativas institucionais.

De forma complementar, os programas Jornada Cultivar e Elos Raízen, promovem ações de orientação sobre os cuidados com o canavial no pós-queimada — como o webinar realizado na safra 24/25. Essa integração amplia a rede de proteção, fortalece a consciência coletiva e contribui para reduzir o tempo de resposta e a extensão dos danos.

“Ao integrar nossos fornecedores nessa estratégia, ampliamos a capacidade de resposta e fortalecemos toda a cadeia produtiva”, destaca Fernando Barbano, Diretor de Negócios Agrícolas.

A campanha percorre escolas, praças e avenidas, envolvendo comunidades, órgãos públicos e a imprensa. As ações incluem blitz educativas, carreatas e palestras, incentivando denúncias e conscientizando sobre os impactos ambientais e econômicos das queimadas.

Resultados e evolução contínua

A atuação coordenada já resultou em queda de até 15% no volume de cana queimada em áreas monitoradas. Em pontos críticos, a antecipação da colheita e técnicas como o fogo contra fogo impediram a propagação das chamas. O incremento do TCH (Toneladas de Cana por Hectare) de cana queimada comprova a eficácia das práticas preventivas.

A Central de Integração Agroindustrial (CIA) desempenha papel central no monitoramento e programação das operações agrícolas, consolidando informações em tempo real para tomada de decisão ágil.

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Episódio 20: Murchamento: A Nova Ameaça da Cana | DaCana Cast

Episódio 19: Ameaça a produtividade dos canaviais: doenças e nematoides. Como se proteger?

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