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São Martinho aprova incorporação da Nova Egito Agrícola para ganho de eficiência e redução de custos

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A São Martinho aprovou a incorporação de sua subsidiária integral Nova Egito Agrícola Ltda., em um movimento de reorganização societária voltado à simplificação da estrutura administrativa e à racionalização de custos. A decisão foi tomada pelo Conselho de Administração e divulgada em Fato Relevante na terça-feira (14), ficando condicionada à aprovação em Assembleia Geral Extraordinária marcada para o dia 6 de fevereiro de 2026. A operação não envolve aumento de capital nem altera a posição dos acionistas.

A incorporação tem como objetivo concentrar as atividades hoje realizadas pela Nova Egito dentro da própria São Martinho, permitindo uma utilização mais eficiente dos ativos e a geração de sinergias operacionais e administrativas. Após a conclusão do processo, a subsidiária será extinta, com a controladora assumindo integralmente seus direitos e obrigações, conforme previsto na legislação societária.

Com sede em Pradópolis (SP), a São Martinho atua desde a produção até a comercialização de açúcar, etanol, bioenergia e derivados da cana-de-açúcar e do milho. A Nova Egito Agrícola, também localizada no município, tem como atividade principal a produção e comercialização de açúcar, o que, na prática, reforça a lógica de centralização das operações em uma única estrutura societária.

Segundo o documento divulgado ao mercado, assinado pelo diretor financeiro e de Relações com Investidores da companhia, Felipe Vicchiato, a incorporação não traz riscos relevantes nem impactos aos interesses de acionistas e investidores. Os custos estimados da operação somam cerca de R$ 80 mil, abrangendo despesas com publicações, auditorias, avaliações e assessorias jurídicas e técnicas.

Por se tratar da incorporação de uma subsidiária integral, a operação não prevê relação de substituição de ações, não gera direito de recesso e não está sujeita à análise ou aprovação de autoridades regulatórias brasileiras ou estrangeiras. A reorganização segue os dispositivos previstos na Lei das Sociedades por Ações e integra a estratégia da companhia de buscar maior eficiência operacional em um ambiente de maior disciplina financeira no setor sucroenergético.

Natália Cherubin para RPAnews

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