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Umoe Bioenergy inicia safra 2026/2027 com foco em eficiência operacional e estabilidade produtiva

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Companhia dá início ao novo ciclo no oeste paulista com avanço em escala produtiva, uso de tecnologia e atenção às variáveis climáticas

A Usina Umoe Bioenergy, localizada em Sandovalina (SP), no Pontal do Paranapanema, inicia a safra 2026/2027 com uma operação mais robusta e preparada, resultado direto dos investimentos realizados nos últimos ciclos, principalmente na expansão de área e na evolução dos processos agrícolas e industriais.

Mais do que um novo ciclo produtivo, o momento marca uma mudança de patamar. Com maior escala operacional, a companhia entra na safra com um planejamento mais disciplinado e foco crescente em previsibilidade, um fator cada vez mais estratégico em um setor altamente exposto a variáveis externas.

“O diferencial desta safra está justamente na capacidade de operar com mais consistência, mesmo diante das incertezas”, resume o CEO Gustavo Dias.

Esse avanço de escala se reflete também na expectativa de produção, que acompanha o crescimento da área cultivada e a busca por estabilidade nos indicadores agrícolas e industriais. Ainda assim, o desempenho da safra deixa de ser medido apenas pelo volume total processado e passa a depender, sobretudo, da qualidade da execução ao longo de toda a operação.

Na prática, isso significa sustentar bons níveis de produtividade por hectare (TCH), assegurar a qualidade da matéria-prima (ATR), manter a eficiência industrial e, ao mesmo tempo, preservar a disciplina de custos.

“Mais do que volumes absolutos, o sucesso está na consistência da operação do começo ao fim da safra”, destaca o CEO.

Essa busca por regularidade, no entanto, esbarra em um dos principais desafios do setor: o clima. A irregularidade das chuvas e os períodos de estiagem continuam impactando diretamente o desenvolvimento da cana, afetando tanto a produtividade quanto a qualidade da matéria-prima.

Diante desse cenário, a companhia tem intensificado o uso de tecnologia como ferramenta para reduzir a volatilidade. O avanço na gestão agronômica, aliado ao uso de dados, inteligência artificial e sistemas logísticos mais integrados, tem permitido decisões mais precisas e maior capacidade de resposta ao longo da safra.

A digitalização das operações, inclusive, caminha lado a lado com a agenda de sustentabilidade. Ao tornar os processos mais eficientes, a companhia também avança na redução da intensidade de carbono e no uso mais racional de recursos, além de ampliar a eficiência energética das operações.

Esse movimento reforça o posicionamento da Umoe Bioenergy alinhado às principais referências internacionais do setor de bioenergia, em um momento em que sustentabilidade e competitividade passam a andar cada vez mais juntas.

No ambiente externo, a safra também se desenvolve sob influência de fatores macroeconômicos. O mercado de etanol segue sensível às oscilações dos preços internacionais de energia, ao câmbio e ao cenário geopolítico, além das próprias condições climáticas que afetam a oferta.

Para o consumidor, o preço do etanol reflete esse conjunto de variáveis, mas com uma diferença importante: por ser um produto produzido internamente, o combustível brasileiro tende a amortecer parte dos impactos das oscilações globais.

“O etanol tem essa vantagem estratégica de reduzir a exposição do país às variações externas, além de ser uma alternativa mais limpa”, observa Gustavo Dias.

Mesmo em um cenário de volatilidade, a estratégia da companhia permanece centrada em eficiência operacional e disciplina financeira, pilares considerados essenciais para atravessar ciclos mais desafiadores e manter a competitividade.

Ao mesmo tempo, os efeitos da safra vão além dos indicadores produtivos. No oeste do Estado de São Paulo, especialmente na região de Presidente Prudente e no Pontal do Paranapanema, a atividade sucroenergética segue como um dos principais motores econômicos.

Com mais de cinco mil pessoas envolvidas direta e indiretamente em suas operações, a Umoe Bioenergy reforça seu papel na geração de emprego, renda e desenvolvimento regional, consolidando a relevância do setor na dinâmica econômica local.

Nesse contexto, a nova safra representa não apenas a continuidade do crescimento da companhia, mas também a consolidação de um modelo baseado em escala, eficiência e sustentabilidade, três fatores que, cada vez mais, definem a competitividade no setor de bioenergia.

Informações da UMOE Bioenergy

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Episódio 32: Manutenção de mancais: como evitar falhas e paradas durante a safra?

Episódio 31: Como aumentar a confiabilidade dos acionamentos mecânicos nas usinas?

Enviamos diariamente um boletim informativo com destaques do setor bioenergético 

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