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Usina São José da Estiva reduz tempo com paradas na indústria

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Estiagem ajuda na redução de paradas da usina, mas aumenta o desafio da área industrial, para manter a moagem com poucas interrupções
A Usina São José da Estiva tem registrado períodos maiores sem paradas não programadas, no processamento da cana-de-açúcar; a falta de chuvas é uma das razões para manter a moenda em funcionamento ininterrupto. Isso é muito positivo, mas minimiza as oportunidades para a realização das manutenções preventivas pela equipe industrial.
Marco Antônio Cardoso de Toledo, gerente de Divisão Industrial, destaca que períodos de produção sem paradas garantem melhor estabilidade ao processo. “É desafiador manter centenas de equipamentos operando continuamente, onde a parada de um único destes equipamentos implica na parada da moenda. São transportadores, motores elétricos, redutores, bombas, turbinas a vapor, inversores de frequência etc, que operam em linha e não podem falhar”, explica.
Yuri Pavini, encarregado de Planejamento e Controle Industrial, aponta que moer constantemente, sem paradas, traz maior estabilidade dos processos produtivos. “A indústria está alcançando maior confiabilidade de seus ativos industriais, graças a um trabalho bem executado pelas manutenções e processos e ao bom aproveitamento das paradas programadas”, detalha.

Em julho, a companhia reportou que até o dia 30 de junho, a moagem havia alcançado 1.598.557 toneladas de cana. Segundo o gerente da Divisão Industrial, quando comparado a safra anterior, nos mesmos 88 dias de trabalho, a companhia havia moído 1.443.400 toneladas, ou seja, até julho a companhia estava 10,7% à frente.

As horas de parada refletem no tempo aproveitado para a safra. Enquanto que em 2023 o índice era de 80,12%, neste ano já chegou a 92,20%. A companhia, que iniciou a safra 2024/2025 em abril, prevê a moagem de 3,5 milhões de toneladas de cana até meados de outubro.
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