Home Últimas Notícias Agro de São Paulo defende mais prazo para discussão da reforma tributária
Últimas Notícias

Agro de São Paulo defende mais prazo para discussão da reforma tributária

Compartilhar

Através de seu vice-presidente, Tirso Meirelles, a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (FAESP), considera de extrema importância o adiamento da votação da proposta de reforma tributária, em discussão na Câmara dos Deputados através de Proposta de Emenda à Constituição (PEC), prevista para o final desta semana.

Para Meirelles, apesar de necessária, a mudança no sistema tributário do país deve ser mais discutida, para que a sociedade e os setores produtivos da economia entendam seus impactos. “Sabemos da importância a da urgência da reforma tributária para o desenvolvimento econômico e para a garantia da segurança jurídica do país”, diz o vice-presidente da FAESP. “Entretanto, muito nos preocupam os possíveis prejuízos, ainda não esclarecidos, como aumento de impostos e a destinação dos recursos da arrecadação”, completa.

Embora a prposta do relator da PEC 45 na Câmara dos Deputados, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), sustente que a reforma tributária não vai aumentar a carga de impostos e que eventuais aumentos em um setor serão compensados por reduções em outros, há muitos pontos ainda não explicados e questões polêmicas. Entre essas, está a formação de um Conselho Federativo para administrar o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a ser criado em substituição do ICMS e do ISS, geridos por estados e municípios. O Conselho Federativo seria formado por representantes de estados e prefeituras. “O agro defende uma reforma que simplifique e reduza os impostos sobre o consumo e que desburocratize e diminua os custos de produção. Mas a proposta atual ainda carece de debates e esclarecimentos sobre, por exemplo, como será feita a distribuição isenta de recursos, sem privilégios, para determinados estados e municípios, além da ilimitada autonomia da União quanto à gestão do imposto seletivo”, frisa Tirso Meirelles.

Para a FAESP, também devem ser inseridos no texto constitucional a vedação de incidência sobre matérias-primas, alimentos e insumos agropecuários e uma forma de regulação menos autônoma, por Lei Complementar.

Compartilhar

Episódio 26: Manejo de plantas daninhas em cana: por que começar antes faz toda a diferença?

Episódio 25: Bioenergia sem limites: o futuro da cana além do açúcar e do etanol

Enviamos diariamente um boletim informativo com destaques do setor bioenergético 

Artigo Relacionado
AçúcarMercadoÚltimas Notícias

Açúcar cristal oscila no mercado paulista e segue sem tendência definida

As cotações do açúcar cristal branco seguem oscilando no mercado paulista. Após...

Últimas Notícias

Índia diz que, por ora, não há planos de aumentar mistura de etanol na gasolina

A Índia não tem planos de aumentar o teor de etanol na...

DestaqueÚltimas Notícias

Tereos dobra frota de colhedoras de duas linhas e reduz consumo de diesel na colheita de cana

Tecnologia proporciona economia média de 20% de combustível por tonelada colhida e...