Operação na Fazenda São José reúne irrigação, novas variedades, manejo de plantas daninhas, maturadores e gestão de equipamentos agrícolas
A BrasilAgro vem adotando diferentes tecnologias e práticas de manejo na produção de cana-de-açúcar da Fazenda São José, no Maranhão, com foco em produtividade e eficiência operacional. Entre as frentes utilizadas pela companhia estão irrigação, avaliação de novas variedades, manejo de plantas daninhas, aplicação de maturadores químicos e gestão de equipamentos agrícolas.
Parte dessas experiências será apresentada pela companhia durante um Dia de Campo que será realizado em 15 de outubro na própria Fazenda São José, reunindo produtores, especialistas e empresas do setor para discutir soluções aplicadas à cultura.
Na área de irrigação, a operação conta com pivô fixo e estrutura de subestação. Já no manejo varietal, a companhia acompanha o comportamento de novas variedades RIDESA cultivadas em condições de sequeiro.
O controle de plantas daninhas também está entre os pontos de atenção da operação, especialmente em áreas com presença de capim-camalote e capim-colonião. A BrasilAgro trabalha com estratégias de manejo de herbicidas e acompanha os resultados de aplicações realizadas em pré e pós-emergência.
Outro trabalho desenvolvido na Fazenda São José envolve o uso de maturadores químicos em diferentes momentos do ciclo produtivo. A companhia avalia os resultados do manejo tanto no início quanto no fim da safra.
A gestão dos equipamentos agrícolas completa o conjunto de práticas acompanhadas na unidade, com atenção à eficiência das operações e ao desempenho das máquinas durante a safra.
Segundo Eduardo Marrey, diretor Comercial da BrasilAgro, a troca de experiências sobre essas práticas ajuda a aproximar decisões de manejo, tecnologia e gestão operacional dos resultados obtidos no campo.
“O Dia de Campo permite compartilhar o que acontece efetivamente dentro da operação agrícola, desde as decisões de manejo até a adoção de tecnologias e a gestão dos equipamentos. É uma oportunidade de discutir produtividade a partir da experiência prática no campo”, afirma.


