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Bunge tem lucro líquido de US$ 622 milhões no 2º trimestre de 2023, avanço de 201,9%

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Por sua vez, a receita recuou 16,1% no comparativo anual, de US$ 17,93 bilhões para US$ 15,05 bilhões. O resultado ficou abaixo do esperado por analistas consultados pela FactSet, que era de uma receita de US$ 16,35 bilhões.

As vendas da divisão de óleos especiais e refinados caíram 18,92%, de US$ 4,44 bilhões no segundo trimestre de 2022 para US$ 3,6 bilhões no segundo trimestre deste ano.

Segundo nota da companhia, o segmento teve melhores resultados na América do Norte, com maior demanda de serviços de alimentação e combustível, mas foram compensados por “resultados ligeiramente mais baixos na Europa, América do Sul e Ásia”.

O diretor executivo da Bunge, Greg Heckman, afirmou que a empresa entregou resultados sólidos e passou com sucesso “por um trimestre altamente dinâmico”.

Em comunicado, ele falou ainda da fusão da Bunge com a Viterra. “Estamos ansiosos com a nossa associação com a Viterra, que acelerará nossa estratégia de nos aproximar ainda mais dos agricultores, ao mesmo tempo em que ampliamos nossa rede global de processamento e distribuição para melhor atender nossos clientes consumidores”, disse.

Para todo o ano de 2023, a Bunge prevê lucro ajustado de, pelo menos, US$ 11,75 por ação, acima da orientação anterior de pelo menos U$ 11 por ação. Analistas consultados pela FactSet esperam um lucro ajustado para o ano inteiro de U$ 11,67 por ação.

Na divisão de agronegócio, a companhia espera que os resultados para o ano inteiro sejam ligeiramente maiores que a perspectiva anterior, impulsionados por melhores resultados no processamento, mas ainda abaixo do ano anterior por causa do menor desempenho esperado na comercialização.

Em óleos especiais e refinados, a Bunge acredita que os resultados para o ano inteiro sejam melhores do que a perspectiva anterior e “em linha com o desempenho recorde do ano passado”.

Ana Ritti — Agência Estado 

 

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