4 fatores que estão animando os produtores de açúcar brasileiros

Com a diminuição drástica na demanda do consumo de etanol, o açúcar voltou a ser o ator principal do mix de produção do setor sucroenergético. Hoje, a possibilidade de mudança rápida do mix das empresas é a chave que pode garantir um maior equilíbrio financeiro nesta safra e nos próximos anos, pós-covid.

O assunto foi destaque no webinar ‘Os Desafios do Setor Surcoalcooleiro’, organizado pela MPRado. Segundo Mateus Costa, Analista de Inteligência de Mercado da INTL FCStone, em termos de perspectivas existem hoje quatro pontos importantes.

Resumo da matéria: 4 fatores que estão animando os produtores de açúcar brasileiros 

China retira a salvaguarda do açúcar. País asiático tem um produto menos competitivo e dificuldade de incentivar a produção do produto. Pode se tornar um consumidor importante para o mercado brasileiro.

Tailândia deverá reduzir o volume para o mercado internacional, que está com aperto de oferta e demanda interna e deve continuar reduzindo a produção devido as condições climáticas.

Índia sinaliza a retomada da produção de açúcar a partir de outubro e tem a incerteza acerca da possibilidade de escoamento, pensando que essas exportações são subsidiadas.

O México direciona volume grande para o mercado internacional, todavia, os EUA estão retomando a economia e aquele vai voltar a atender os norte americanos.

 

O primeiro fato vem da China, que retirou a salvaguarda do açúcar. Hoje, o País asiático tem um produto menos competitivo que o brasileiro e, em paralelo, tem dificuldade de incentivar a produção do produto. Com isso, pode se tornar um consumidor importante para o mercado brasileiro.

Leia também: entenda como a retirada da salvalguarda do açúcar na China pode beneficiar o Brasil.
Com a diminuição drástica na demanda do consumo de etanol, o açúcar voltou a ser o ator principal do mix de produção do setor sucroenergético.
A açúcar volta a ser ator principal do mix de produção do setor.

“Tem também a Tailândia, que deverá reduzir o volume para o mercado internacional e está com aperto de oferta e demanda interna. Além disso, deve continuar reduzindo a produção devido as condições climáticas”, conta Costa.

Ademais, a Índia sinaliza a retomada da produção de açúcar a partir de outubro e tem a incerteza acerca da possibilidade de escoamento, pensando que essas exportações são subsidiadas.”

O último ponto, destaca o analista, é o México, que direcionou um volume grande para o mercado internacional. No entanto, os EUA estão retomando a economia e o México vai voltar a atender esse país.

“A conjunção desses fatores reforça que o Brasil continue com uma origem importante para o setor açucareiro. O etanol de milho é bastante importante e para este ano diversas empresas que pretendiam implementar vários projetos deram uma pausa, porque o momento”, finaliza Costa.

 


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