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Os contratos futuros do açúcar fecharam em baixa nas bolsas internacionais nesta quarta-feira (3). Em Londres, na ICE, o açúcar branco recuou 1 dólar no vencimento março/21, negociado a US$ 462,60 a tonelada. Na terça-feira, o indicador bateu a máxima de quase 4 anos, sustentada pela oferta apertada no curto prazo.

Em Nova York o açúcar bruto também fechou desvalorizado na maioria dos lotes. O vencimento março/21 fechou cotado a 16,04 centavos de dólar por libra-peso, recuo de 25 pontos no comparativo com a véspera. Já a tela para maio/21 desvalorizou 14 pontos, com negócios em 15,21 cts/lb. Os demais lotes fecharam no vermelho entre 1 e 9 pontos, com exceção do lote para outubro/22 que subiu 4 pontos.

Segundo apurou a Agência Reuters, o Commerzbank destacou em nota que a robusta demanda física, somada a uma escassez de contêineres em países como a Índia, criou um aperto no mercado físico.

“Isso está fazendo com que clientes que precisam de açúcar com urgência busquem o produto na bolsa. Além disso, a produção está decepcionando em regiões como Tailândia e União Europeia, que são fornecedores convencionais de açúcar branco”, acrescentou o banco em nota.

Mercado doméstico

Pelo Indicador Cepea/Esalq, da USP, o açúcar cristal fechou em baixa pelo segundo dia seguido. Ontem, o indicador fechou cotado em R$ 108,42 a saca de 50 quilos, contra R$ 108,53 da véspera, pequena variação negativa de 0,10% no comparativo entre as datas.

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