Desafios do setor se misturam com o do Brasil, diz deputado

“Alguns desafios que o Brasil tem hoje, também são desafios do setor”. Foi essa a frase de destaque do deputado Arnaldo Jardim, que esteve na 27° edição da Fenasucro Agrocana 2019.  De acordo com ele, tanto o País, como o setor sucroenergético, devem trilhar caminhos parecidos, a fim de vislumbrar conquistas maiores no futuro. “Podemos citar como exemplo o fato de o Brasil precisar participar do comercio internacional. Com o agro não é diferente: precisamos estar inseridos nisso. A frente parlamentar do setor tem trabalhado duro para que os acordo entre Mercosul e União Europeia possa ampliar as exportações de etanol,” salientou.

Jardim também destacou que a norma transitória que fez com que o Brasil permitisse a importação de etanol americano termina no próximo dia 31 de agosto. A ideia, segundo o deputado, é que, vencido este prazo, o Brasil possa abrir o mercado, em um processo de negociação.

Outro exemplo, citou o a autoridade, é quanto a desregulamentação. “A desregulamentação, representada pela aprovação da ‘lei de liberdade econômica’ vai significar criar concessões e PPPs, para que nós possamos ampliar os investimentos no nosso país”, concluiu.

Momento ambiental

Durante sua fala, Jardim citou os recentes acontecimentos ambientais que aconteceram, sobretudo, na Amazônia. “Mesmo o Brasil sendo o País com a maior cobertura vegetal do planeta, o que tem a matriz energética mais limpa e os combustíveis também, estamos sendo taxados, injustamente, como vilões do meio ambiente. Somos os campeões mundiais em retorno da embalagem de agroquímicos. Mais de 90% desses materiais voltam para a reciclagem. São essas e outras coisas que precisamos frisar e destacar. O Brasil não é algoz do meio ambiente. O nosso País é vanguarda dessa nova economia.”

Presidente do Conselho de Administração da Cosan, Rubens Ometto relatou que vê hoje o setor vem impulsionado a economia, distribuindo emprego e renda. Além disso, aproveitou para destacar os benefícios ambientais do etanol na matriz energética brasileira.

“Em encontro recente na China, mostramos aos chineses os benéficos ambientais do setor, sobretudo do etanol. Nós aos chineses o antes e depois de São Paulo. Antes da mistura do etanol com a gasolina, a capital do estado era uma cidade totalmente poluída e hoje o índice de poluição cai índices de satisfação que chegam a 95%. Isso graças aos carros flex a mistura do etanol”, finalizou.

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