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Com a gasolina 3% mais cara desde a quarta-feira na refinaria e o petróleo nesta quinta (17) renovando máximas de quase R$ 51,50 (mais 0,78%), há expectativa de que o etanol saia da semana com preços melhores nas usinas e destilarias.

Na semana passada, o bicombustível caiu 0,18%, para R$ 2,0512, no levantamento do Cepea/Esalq, depois de outros dois períodos consecutivos de recuos. Houve cadenciamento das distribuidoras, diante do repasse para o varejo dos acréscimos anteriores.

Agora, como o anúncio da Petrobras de elevação da gasolina foi na terça e o óleo cru vem de altas seguidas por expectativa de vacina e menor estoques americanos, o que indica novos reajustes se a sexta confirmar novos ganhos em Londres, as fábricas devem vender um pouco mais.

Também há uma expectativa, tradicional, de melhora nas vendas, que caíram em novembro, com o fim de ano. As distribuidoras, portanto, podem demandar um pouco mais sobre os estoques das indústrias.

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