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O preço médio da gasolina já está 12% caro para os motoristas nos primeiros dias de outubro. Quando o valor é comparado ao último período de baixa registrado em abril, que foi de R$ 5,699, a escalada de alta segue expressiva.

De acordo com o mais recente levantamento do Índice de Preços Ticket Log (IPTL), o mês também apresenta a sexta alta consecutiva para o etanol, média de R$ 5,440, e o valor quando feito o mesmo comparativo com a última média de baixa de abril, ficou 19% mais caro nos postos.

“O preço dos combustíveis está pesando cada vez mais no bolso dos motoristas.  Com o mês em alta para todos os combustíveis, o comportamento deve permanecer no fechamento do período, a considerar novos reflexos do mais recente anúncio de aumento no repasse às refinarias”, explica Douglas Pina, Head de Mercado Urbano da Edenred Brasil.

Assim como na primeira quinzena de setembro, a gasolina mais cara foi comercializada na Região Centro-Oeste, com média de R$ 6,521, após o aumento de 2,32%, em relação ao fechamento de setembro, sendo a maior alta de todo o País. No Sul foi registrado o menor preço médio do combustível, mesmo com avanço 1,70%, vendido a R$ 6,175 e já o etanol teve na região a maior média, comercializado a R$ 5,619 nas bombas. No Centro-Oeste, mesmo com o aumento de 1,59%, o litro mais barato foi comercializado, à média de R$ 5,112.

No recorte por estados, o Piauí apresentou a gasolina mais cara do País, a R$ 6,824, avanço de 2,48%. O estado com o preço médio mais baixo foi o Amapá, onde os postos comercializaram a gasolina a R$ 5,758, mesmo com alta de 2,64%.

O maior aumento da gasolina no início deste mês foi no Distrito Federal, de 3,60% em relação ao fechamento de setembro. Em nenhum estado o combustível apresentou recuo nos preços nos primeiros dias de outubro.

O etanol apresentou o valor médio por litro mais alto no Rio Grande do Sul, a R$ 6,246. O combustível mais barato, por sua vez, foi comercializado em São Paulo, a R$ 4,636. Em Santa Catarina, os postos registraram o avanço mais significativo do País, de 2,58%; enquanto no Alagoas o valor médio recuou 2,11%, com o litro a R$ 5,618, ante os R$ 5,739 do fechamento de setembro.

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