Categoria passará a abastecer os carros exclusivamente com etanol renovável da Shell produzido nos Estados Unidos
A IndyCar deixará de utilizar o etanol de segunda geração (E2G) da Raízen a partir da temporada de 2027. A categoria passará a abastecer seus carros exclusivamente com um combustível renovável da Shell produzido nos Estados Unidos, segundo comunicado oficial divulgado no fim de agosto, em Washington.
A mudança marca uma nova etapa na estratégia de abastecimento da competição, que passará a adotar uma fórmula atualizada de combustível 100% renovável.
De acordo com a IndyCar, o novo combustível terá uma parcela significativa de etanol renovável produzido nos Estados Unidos a partir de resíduos gerados em um processo de destilação baseado em mistura de grãos.
“O novo combustível incorpora uma parcela significativa de etanol renovável de origem nacional, produzido a partir dos resíduos de um processo de destilação baseado em mistura de grãos, e é misturado com componentes renováveis adicionais”, informou a categoria em nota.
Com a mudança, o etanol utilizado pela IndyCar deixará de ter como base o E2G fornecido pela Raízen e passará a ser produzido integralmente nos Estados Unidos pela Shell.
A categoria informou ainda que a nova composição seguirá utilizando combustível 100% renovável a partir da temporada de 2027.





