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Modelos seguem apontando La Niña fraca e de curta duração

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As chuvas permaneceram, até a primeira metade de janeiro de 2025, mais concentradas na região central do Brasil, mas, para a segunda quinzena deste mês, as chuvas devem retornar a região Sul do País, no Rio Grande do Sul, Argentina e Paraguai.

Conforme último relatório divulgado pelo Itaú BBA, no Centro-Sul do país, o tempo deve seguir mais aberto, embora com possibilidade de pancadas de chuvas. A expectativa é de que as chuvas aconteçam em maiores volumes em áreas do Paraná, Mato Grosso e Minas Gerais. “A partir da segunda quinzena de janeiro, é esperado o retorno das chuvas para o Rio Grande do Sul, Argentina e Paraguai,
aliviando a condição de seca”, disseram os analistas do banco em relatório.

Ainda de acordo com análise, as fortes chuvas registradas no final de dezembro na China trouxeram alívio para as principais regiões produtoras de grãos do país, interrompendo um período seco que durou meses. A precipitação ajudou as plantações de trigo de inverno, cujas lavouras estão atualmente em floração, período reprodutivo e de maior necessidade hídrica, restando cerca de um mês para o início da colheita.

“As novas projeções da NOAA apontam para a consolidação daLa Niña entre janeiro e março de 2025. Os modelos seguem indicando um fenômeno de fraca intensidade e curta duração, com transição novamente para a neutralidade ainda no primeiro trimestre do ano. Ainda assim, devemos observar efeitos nos padrões de temperatura no Brasil. Para 2025, a tendência é de temperaturas mais amenas, reduzindo os riscos de ondas de calor prolongadas durante o verão”, disseram.

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