Home Últimas Notícias O potencial da máquina de 2 linhas é de produzir 2x a máquina de uma linha
Últimas Notícias

O potencial da máquina de 2 linhas é de produzir 2x a máquina de uma linha

Compartilhar

A colheita da cana-de-açúcar feita com a máquina de duas linhas no Brasil tem uma média acumulada de rendimento em torno de 1,8 x; ainda inferior ao seu potencial, que pode ser alcançado conforme os clientes avançam na curva de aprendizado com esse novo sistema de colheita.

O Estudo que está sendo conduzido em parceria com a D2G traz uma prévia onde ele simula um rendimento de colheita  da CH950 63% acima da máquina de uma linha, e mostra que em diferentes cenários de produtividade, o custo do corte com a máquina de duas linhas sempre é inferior ao de uma linha, mesmo com o rendimento inferior ao seu real potencial.

“Quando trabalhamos com a colhedora de duas linhas, temos uma curva de aprendizado. Na análise realizada, um dos principais pontos que trazem viabilidade para a CH950 é que ela enche o trator-transbordo na metade do tempo da máquina de uma linha. Esse ciclo é diminuído porque a maior parte do tempo, o transbordo fica no pé da colhedora. Reduzindo o tempo na metade, consegue-se fazer mais ciclos em um dia”, disse Maria Renata.

O estudo realizado pela D2G mostrou que a CH950 está rendendo 63% a mais que a máquina de uma linha, ou seja, 1,6X a colhedora de 1 linha.

“A máquina não precisa produzir 2X que a de uma linha para ter viabilidade, a partir de 1,6X, o custo de corte e transbordo já é inferior a maquina de 1 linha. Sem contar com outros benefícios”, destacou.

Segundo ela, a colhedora de duas linhas tem eficiência na limpeza, reduzindo em 60% as perdas por estilhaço, o que significa 3 toneladas/hectare a menos de perdas. Outro benefício apontado por ela é a questão do controle de tráfego.

“Existem estudos que mostram um retorno de 11% em relação ao TCH. Além disso, tem a questão do adensamento de cultura. A colhedora permite o plantio em espaçamento de 1,40, o que proporciona mais cana por metro, em torno de 7%. São somatórias que devem ser consideradas e que não estão sendo colocadas na conta”, disse Maria Renata.

Da Redação
Compartilhar

Episódio 36: Sphenophorus: por que o manejo ainda falha?

Episódio 35: Plantas daninhas na cana: como tornar o manejo mais eficiente?

Enviamos diariamente um boletim informativo com destaques do setor bioenergético 

Artigo Relacionado
Últimas Notícias

Acusados na operação Carbono Oculto aprofundaram crise nos canaviais paulistas

O empresário João Mourad é praticamente um mito em Catanduva, no interior...

Últimas Notícias

El Niño, fundos especulativos e quebras de safra ampliam volatilidade no mercado internacional de açúcar

Chuvas no Centro-Sul brasileiro, mudanças nas posições dos fundos e perspectivas de...

Últimas Notícias

Datagro projeta moagem de 640,5 milhões de toneladas de cana no Centro-Sul, com queda de 5% na produção de açúcar

Consultoria estima crescimento de 4,8% no processamento de cana na safra 2026/27,...

Últimas NotíciasDestaqueOpiniãoPopular

Especial RH: Relacionamento: organizacional x pessoal

Onde pode estar a origem do bom ou mau relacionamento entre as...