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Petróleo tem pico de vários meses com redução nos estoques dos EUA e sanções à Rússia

Oil pumps work rhythmically against the backdrop of dusky sky.
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Os preços do petróleo subiram mais de 2% nesta quarta-feira, 15, apoiados por uma grande redução nos estoques de petróleo norte-americanos e por possíveis interrupções no fornecimento causadas por novas sanções dos EUA à Rússia, enquanto um acordo de cessar-fogo em Gaza limitou os ganhos.

Os contratos futuros do petróleo Brent subiram US$ 2,11, ou 2,64%, para US$ 82,03 por barril, o maior nível desde agosto de 2024. O petróleo WTI negociado nos Estados Unidos teve alta de US$ 2,54, ou 3,28%, para US$ 80,04 por barril, o maior patamar desde julho.

Nas negociações após o fechamento, o Brent subiu para o maior nível desde julho e o WTI ganhou mais de US$ 3 por barril.

Os estoques de petróleo bruto dos EUA caíram na semana passada para seu nível mais baixo desde 2022, informou a Administração de Informações sobre Energia dos EUA, com o aumento das exportações e a queda das importações. Os estoques de gasolina e destilados aumentaram mais do que o esperado.

Já a última rodada de sanções dos EUA contra o petróleo russo pode interromper significativamente seu fornecimento e distribuição, disse a Agência Internacional de Energia em relatório mensal sobre o mercado de petróleo.

O nervosismo em relação às sanções parece estar sustentando os preços, afirmou o chefe de estratégia de commodities do Saxo Bank, Ole Hansen. “Os petroleiros que transportam petróleo bruto russo parecem estar tendo dificuldades para descarregar suas cargas em todo o mundo, o que pode causar algum aperto no curto prazo”, acrescentou.

Limitando os ganhos, Israel e Hamas chegaram a um acordo para interromper os combates em Gaza e trocar reféns israelenses por prisioneiros palestinos.

Com informações da Reuters / Nicole Jao
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