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São Martinho se filia a Associação Brasileira de Bioinovação

Com muita liquidez no caixa, São Martinho terá safra tranquila
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A São Martinho, um dos grupos sucroenergéticos mais importantes do Brasil, acaba de entrar na ABBI (Associação Brasileira de Bioinovação). Com representantes de diversos setores como biocombustíveis, bioinoculantes, papel e celulose, biocosméticos, bioinsumos, bioquímicos, biomateriais, enzimas e proteínas alternativas, a Associação fortalece sua atuação no setor sucroenergético, incluindo a utilização de bioestimulantes e tecnologias para controle biológico por meio da utilização de inimigos naturais de pragas, com o ingresso da São Martinho.

“A ABBI começou atuando na promoção da biotecnologia industrial para criar um ambiente que estimule o desenvolvimento e o investimento na bioeconomia. Nos consolidamos como uma Associação multisetorial, representando empresas que investem em tecnologias inovadoras, baseadas em recursos biológicos e renováveis para criar produtos, processos ou modelos de negócios que forneçam diferenciais competitivos, benefícios sociais e ambientais coletivos ao país,” afirma Thiago Falda, presidente executivo da ABBI.

Uso de controle biológico em larga escala 

A São Martinho é a empresa que há mais tempo utiliza a tecnologia de controle biológico de pragas e doenças em larga escala e com alta eficiência, pois a utilização de inimigos naturais, macro e microbiológicos, dentro de um sistema de manejo integrado de pragas, é um dos grandes fatores de sustentabilidade do seu negócio.

Aliado a isso, o manejo conservacionista com a utilização de preparo reduzido de solo, a rotação de culturas na reforma dos canaviais, a reutilização de subprodutos agroindustriais na fertilização em complementação a adubos minerais ou, até mesmo, em substituição à administração de bioestimulantes promotores de crescimento, dentre outras tecnologias, confere aos seus processos produtivos uma resiliência diferenciada.

Segundo Luis Gustavo Teixeira, Diretor Agrícola e de Tecnologia da São Martinho, a empresa tem em seu DNA tecnologia e inovação. “A adoção tanto de tecnologias disruptivas quanto das incrementais, ao longo de nossa história, nos garantiu lugar de destaque no setor sucroenergético nacional como uma das empresas mais eficientes e rentáveis. A São Martinho busca produzir o carbono renovável com a máxima eficiência e o menor custo para construir o futuro da companhia, sempre cuidando das pessoas, da segurança e do meio ambiente”.

A bioinovação é parte integrante dos processos produtivos da São Martinho, seja na área agrícola ou na industrial, e se mostra também como uma opção para a geração de novos negócios.

“Do controle biológico de pragas e doenças no campo à eficiência da fermentação alcóolica na indústria, os processos biológicos fazem parte do dia a dia da empresa e são peças-chave na construção e sustentabilidade dos nossos resultados. Acreditamos que a bioinovação é um dos principais caminhos para continuarmos reduzindo os custos de produção, sermos cada vez mais eficientes, rentáveis e sustentáveis, agregando um valor diferenciado aos nossos produtos, gerando mais resultado aos nossos investidores e demais partes interessadas. Com base nessa história de sucesso e do conhecimento acumulado até aqui, a São Martinho quer fazer parte de um grande mercado de produtos e serviços biológicos que melhorem não apenas seus resultados, mas que contribuam para o desenvolvimento de um mundo melhor — essa é a nossa visão da bioeconomia e de seu poder transformador”, explica Teixeira.

Com informações da ABBI

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