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Ultracargo conclui desvio ferroviário que escoará etanol de milho do Centro-Oeste

A operação terá capacidade de tancagem estática de 180 milhões de litros e poderá movimentar até 6 bilhões de litros de produtos por ano, sendo 3 bilhões de litros de etanol e 3 bilhões de litros de derivados de petróleo. (Divulgação)
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A Ultracargo, empresa de soluções logísticas integradas do grupo Ultrapar, concluiu a construção de um desvio ferroviário que permitirá o escoamento de etanol de milho produzido no Centro-Oeste e o envio de derivados do petróleo para abastecer as máquinas do agronegócio na região, informou a companhia em nota nesta quinta-feira, 12.

O desvio conecta a Opla – joint venture entre Ultracargo e BP que controla o maior terminal independente de etanol do Brasil –, em Paulínia (SP), ao terminal da companhia em Rondonópolis (MT). Desde 2023, o projeto recebeu um investimento de aproximadamente R$ 200 milhões.

Com 4,4 km de linhas férreas, 14 posições de carga e 28 de descarga, a nova infraestrutura está conectada ainda à malha ferroviária da Rumo. O transporte, segundo a Ultracargo, será realizado por composições de até 80 vagões, com trens carregados tanto na ida quanto na volta.

A Ultracargo, empresa de soluções logísticas integradas do grupo Ultrapar, concluiu a construção de um desvio ferroviário que permitirá o escoamento de etanol de milho produzido no Centro-Oeste e o envio de derivados do petróleo para abastecer as máquinas do agronegócio na região, informou a companhia em nota nesta quinta-feira, 12.

O desvio conecta a Opla – joint venture entre Ultracargo e BP que controla o maior terminal independente de etanol do Brasil –, em Paulínia (SP), ao terminal da companhia em Rondonópolis (MT). Desde 2023, o projeto recebeu um investimento de aproximadamente R$ 200 milhões.

Com 4,4 km de linhas férreas, 14 posições de carga e 28 de descarga, a nova infraestrutura está conectada ainda à malha ferroviária da Rumo. O transporte, segundo a Ultracargo, será realizado por composições de até 80 vagões, com trens carregados tanto na ida quanto na volta.

A operação terá capacidade de tancagem estática de 180 milhões de litros e poderá movimentar até 6 bilhões de litros de produtos por ano, sendo 3 bilhões de litros de etanol e 3 bilhões de litros de derivados de petróleo.

O presidente da Ultracargo, Fulvius Tomelin, disse em nota ser “fundamental” investir em infraestrutura logística e de armazenagem, especialmente entre o Centro-Oeste e o Sudeste, diante do crescimento da produção de etanol a partir do milho. “Nosso foco é integrar modais, otimizar rotas e destravar o potencial competitivo do Brasil”, disse Tomelin.

A empresa ressaltou que o Brasil já é o segundo maior produtor mundial de etanol de milho, citando dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

“Corredores logísticos como o que liga São Paulo ao Mato Grosso e o que conecta Maranhão e Tocantins ajudam a reduzir gargalos, custos logísticos e impactos ambientais, beneficiando consumidores e indústrias em todo o país”, completa.

A Ultracargo também espera entregar, em 2025, um novo trecho de linhas férreas e a expansão da capacidade de armazenagem em Rondonópolis (MT); a expansão em Santos (SP); e a inauguração do terminal de Palmeirante (TO), que buscará fortalecer a logística de combustíveis no Arco Norte.

Reuters

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Episódio 24: A irrigação será indispensável para o futuro da cana-de-açúcar?

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