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Usina São José da Estiva implementa automatização no preparo de calda de agrodefensivos

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A Usina São José da Estiva, implementou uma tecnologia para a automatização do preparo da calda de agroquímicos, que vem permitindo mais segurança aos colaboradores e ao meio ambiente, além da otimização de recursos das suas operações.

Desde o início do ano, a Usina iniciou utilização do sistema automatizado que faz o preparo das formulações de agroquímicos, chamado Smart Calda. Vinicius Jacob Pires, supervisor de Tratos Culturais, explica que o sistema agiliza e otimiza o preparo da calda que antes era realizado no campo.

“Neste processo automatizado, o preparo é realizado com segurança aos nossos colaboradores, otimização de tempo e de recursos, gerando um menor custo na operação, sem risco ao meio ambiente”, avalia.

Ainda de acordo com ele, antes da tecnologia entrar em operação, a mistura era realizada no campo. “Ainda que o colaborador faça uso de todos os equipamentos de proteção individual exigidos na operação, havia dificuldade no manuseio das embalagens, riscos ambientais e prejudiciais à saúde das pessoas”, aponta.

O sistema foi desenvolvido por uma empresa do setor de agroquímicos, em parceria com outra empresa de automação. Além da segurança, tem como vantagens a possibilidade de formular de uma única vez de 15 a 20 mil litros de calda com agroquímico, de acordo com a demanda, com grande assertividade, segurança e rapidez.

A equipe trabalha em local seguro e monitorado, com todos os equipamentos, tendo à disposição os produtos a serem usados nas dosagens programadas. “Tudo é calculado pensando na questão de logística, levando em conta o volume de calda por hectare, demanda e local de cada área onde a formulação será usada”, explica Pires.

O local onde a tecnologia é utilizada conta com um escritório, onde o líder cuida dos processos administrativos e logística, uma área com banheiros, lavanderia para a limpeza das vestimentas na utilização no preparo e aplicação dos agroquímicos.

De acordo com Pires, cada detalhe foi pensado levando em conta a segurança do colaborador, eficiência dos processos, otimização dos recursos, segurança, insumos e redução dos custos para a empresa.

“Aqui os trabalhadores recebem seu EPI’s para a operação e depois retornam para destinar ao processo de limpeza destes equipamentos e de sua própria higiene de uma forma segura”, explica Darilene Pereira, que faz parte da equipe da Zeladoria e cuida dos EPI’s usados pelos colaboradores que atuam na aplicação de agroquímicos.

Informações da São José da Estiva

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