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O uso de etanol no Brasil evitou a emissão de mais de 556 milhões de toneladas de CO2 equivalente na atmosfera entre março de 2003, quando foi lançada a tecnologia flex, e abril deste ano, indicou pesquisa divulgada nesta quarta-feira pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).

O volume é equivalente às emissões anuais somadas de Argentina, Venezuela, Chile, Colômbia, Uruguai e Paraguai, disse a Unica, que realizou o levantamento com base na metodologia de aferição de emissões estabelecida pelo RenovaBio e em dados publicados pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

As cifras levam em conta tanto o consumo de etanol hidratado, a versão comum do biocombustível comercializada nos postos, quanto de etanol anidro, utilizado na mistura obrigatória à gasolina no país.

A entidade destacou que o etanol proporciona uma redução de até 90% na emissão de gases de efeito estufa em relação à gasolina. Além da produção direta do combustível, a cadeia também utiliza seus subprodutos para geração de bioeletricidade.

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