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Corteva e BP planejam produzir bioinsumos para combustível de aviação

Crédito: Getty Images/iStockphoto Direitos autorais: ipopba
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A Corteva, multinacional que atua no setor de sementes, defensivos e biológicos, e a multinacional britânica de energia BP anunciaram sua “intenção de formar uma parceria estratégica” para o desenvolvimento de bioinsumos de baixo carbono destinados à produção de combustíveis sustentáveis para a aviação (SAF, na sigla em inglês).

O plano das duas empresas inclui a criação de uma joint venture com a meta de produzir e fornecer matérias-primas provenientes de cultivos agrícolas, como mostarda, girassol e canola, para a produção de combustível. A parceria tem o objetivo de alcançar uma produção de até um milhão de toneladas de insumos para SAF até 2035.

A colaboração entre as empresas também visa atender às metas de sustentabilidade previstas por vários países, especialmente na União Europeia, onde uma exigência de uso de pelo menos 20% de SAF nos aeroportos do bloco entra em vigor em 2025, com aumento gradual até 70% até 2050, explica o comunicado.

A Corteva planeja estabelecer contratos com agricultores da América do Norte, América do Sul e Europa, que cultivarão as sementes especialmente desenvolvidas pela empresa para a produção de bioinsumos compatíveis com as normas ambientais da União Europeia (RED III) e com as políticas de incentivo de baixo carbono dos Estados Unidos.

“Esta parceria é uma prova de que a agricultura pode continuar a ser parte da solução para as oportunidades de descarbonização do mundo”, afirmou a diretora de estratégia da Corteva, Brook Cunningham.

“Vemos um grande potencial em uma parceria com a Corteva – juntos, estamos bem posicionados para entregar valor ao aproveitar a tecnologia da Corteva, suas relações com os produtores, e as capacidades de refino e comercialização da BP”, disse a vice-presidente executiva de clientes e produtos da BP, Emma Delaney.

As duas empresas antecipam a finalização do acordo em 2025, com o início da operação para o final do mesmo ano.

Globo Rural/Gabriella Weiss

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