Home Últimas Notícias Mobilidade sustentável, biotransição energética e novos negócios estruturam programação da FenaBio 2026
Últimas Notícias

Mobilidade sustentável, biotransição energética e novos negócios estruturam programação da FenaBio 2026

Compartilhar

Conferência da Fenasucro & Agrocana reúne especialistas para discutir as novas rotas da bioeconomia nos dias 12 e 13 de agosto, em Sertãozinho/SP

A transição energética e o avanço das fontes renováveis estão no foco da programação da FenaBio, espaço de conferência da Fenasucro & Agrocana, que acontece entre os dias 11 e 14 de agosto, no Centro de Eventos Zanini, em Sertãozinho (SP).

Em 2026, o tema que pautará as discussões será “Bioenergia 2050: A transição para um futuro energético descarbonizado”, com a participação de especialistas, empresas e executivos para discutir soluções, inovação e caminhos tecnológicos para o setor.

A programação de conteúdo acontecerá entre os dias 12 e 13 de agosto, com painéis estruturados em quatro linhas temáticas que refletem os principais movimentos da transição energética no mundo: ‘Mobilidade sustentável em alta velocidade: rumo ao futuro descarbonizado’; ‘Desafios e oportunidades da biotransição energética: avanços e perspectivas’; ‘Processos inovadores para as bioenergias do amanhã: novas rotas, novos negócios’; e ‘Inovação e tecnologias emergentes: impactos reais e sustentáveis’.

Dentre os nomes já confirmados estão do professor emérito da FGV e ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues; do professor da USP, Marcos Fava Neves; do diretor da Abiove, Daniel Furlan Amaral; entre outros.

Programação em trilhas
A divisão em trilhas organiza a jornada do público ao longo da conferência e direciona os debates para diferentes frentes da bioenergia, combinando aspectos técnicos, regulatórios e de mercado. A proposta é aprofundar as discussões que vão da aplicação prática das tecnologias à sua viabilidade econômica, conectando inovação, escala produtiva e oportunidades de negócios.

“A curadoria do conteúdo é realizada por uma equipe técnica altamente especializada da Media Link Brasil, com a proposta de integrar diferentes frentes da transição energética. As trilhas dialogam entre si e ampliam a compreensão sobre os caminhos da bioenergia”, afirma Kyu Shim, gerente de Conferências da RX.

Conexões para o setor
Além dos conteúdos, entre os dias 11 e 14 de agosto a FenaBio traz a exposição de marcas focadas em inovações e alternativas energéticas renováveis, criando um ambiente voltado à geração de negócios entre empresas e lideranças da cadeia de bioenergia. Dentre as marcas já confirmadas estão: Siemens, TOTVS, Hiter, entre outras.

Em sua edição de estreia, realizada em 2025, a conferência reuniu mais de 1,2 mil congressistas, com 53 palestrantes e mais de 40 horas de conteúdo, consolidando-se como um dos principais fóruns de debate da área.

“A FenaBio amplia o papel da Fenasucro & Agrocana como plataforma estratégica para o setor, ao reunir debates qualificados, inovação e visão de futuro. A proposta é conectar os principais executivos e especialistas em torno dos temas que estão redefinindo a bioenergia, com foco em competitividade, avanço tecnológico e geração de novas oportunidades de negócios”, destaca Paulo Montabone, diretor do evento.

Compartilhar

Últimas notícias

Últimas Notícias

Campanha reforça ações integradas com foco em segurança, meio ambiente e eficiência operacional A Raízen anunciou o lançamento de sua estratégia integrada de prevenção e combate a incêndios para a safra 2026/27, diante da aproximação do período seco e da possibilidade de eventos climáticos extremos. A iniciativa, que passa a vigorar a partir de maio, é estruturada por meio da campanha “Quem Ama a Terra, Não Chama o Fogo” e tem como base a integração entre segurança, preservação ambiental e eficiência operacional. A companhia informa que o tema permanece como prioridade para a nova safra, com investimentos direcionados a pessoas, tecnologias e equipamentos. A campanha reúne diversas frentes de atuação coordenadas, incluindo plano de mídia, realização de carreatas e blitz educativas, ações pedagógicas em escolas, iniciativas de relações públicas e reforço da comunicação interna. De acordo com Hamilton Jordão, gerente corporativo de Operações Agrícolas da Raízen, a antecipação do período seco tem exigido intensificação das ações preventivas. Segundo ele, a prevenção de incêndios é tratada como um dos pilares das práticas no campo, com integração entre eficiência operacional e relacionamento com as comunidades do entorno. A estrutura de resposta a incêndios da companhia inclui monitoramento 24 horas com uso de satélites, sensores e softwares de inteligência, além de previsões meteorológicas e treinamentos de brigadas. Para a safra 2026/27, teve início a instalação de câmeras de alta precisão na unidade Barra, que utilizam inteligência artificial para prever e mitigar riscos antes mesmo do surgimento de focos de incêndio. O trabalho preventivo abrange o monitoramento de mais de 430 mil hectares de cana-de-açúcar. Segundo Jordão, a segurança da comunidade e a integridade das operações demandam atuação conjunta entre equipes, parceiros e sociedade, com foco na continuidade e sustentabilidade das atividades. Para a campanha deste ano, a Raízen contará com uma frota de 238 veículos de brigada, sendo 206 caminhões-pipa e 32 Veículos de Intervenção Rápida (VIR), além de um contingente de mais de 600 brigadistas dedicados e cerca de 1.300 colaboradores treinados para suporte. A companhia também atua em parceria com Corpo de Bombeiros, polícias Rodoviária e Ambiental, prefeituras, associações, fornecedores de cana e empresas parceiras, promovendo treinamentos e campanhas educativas com foco na prevenção de incêndios. Como parte das ações de combate, a Raízen disponibiliza a Central Contra Incêndios pelo telefone 0800 770 22 33, canal voltado ao reporte imediato de ocorrências em canaviais, além da orientação para acionamento do Corpo de Bombeiros pelo número 193. Entre os principais fatores que contribuem para o surgimento e a propagação de incêndios estão o descarte de bitucas de cigarro em estradas, fogueiras, soltura de balões, rituais religiosos em áreas abertas, limpeza de terrenos em regiões próximas a cidades e rodovias, além de incêndios criminosos. Condições climáticas como tempo seco, altas temperaturas e ventos intensos também ampliam o risco de propagação do fogo. Em relação às práticas agrícolas, a empresa destaca que atua em conformidade com o “Protocolo Agroambiental – Etanol Mais Verde” e informa que não utiliza o fogo em nenhuma etapa de seus processos. A queima da palha da cana-de-açúcar foi eliminada há anos nas áreas de atuação da companhia, com adoção exclusiva de colheita mecanizada, sem envolvimento com focos de incêndio ou práticas de queimadas em suas operações no campo.

Ep. 21: O futuro do setor sucroenergético | Perspectiva para Safra 2026/27

Episódio 20: Murchamento: A Nova Ameaça da Cana | DaCana Cast

Enviamos diariamente um boletim informativo com destaques do setor bioenergético 

Artigo Relacionado
Últimas Notícias

Campanha reforça ações integradas com foco em segurança, meio ambiente e eficiência operacional A Raízen anunciou o lançamento de sua estratégia integrada de prevenção e combate a incêndios para a safra 2026/27, diante da aproximação do período seco e da possibilidade de eventos climáticos extremos. A iniciativa, que passa a vigorar a partir de maio, é estruturada por meio da campanha “Quem Ama a Terra, Não Chama o Fogo” e tem como base a integração entre segurança, preservação ambiental e eficiência operacional. A companhia informa que o tema permanece como prioridade para a nova safra, com investimentos direcionados a pessoas, tecnologias e equipamentos. A campanha reúne diversas frentes de atuação coordenadas, incluindo plano de mídia, realização de carreatas e blitz educativas, ações pedagógicas em escolas, iniciativas de relações públicas e reforço da comunicação interna. De acordo com Hamilton Jordão, gerente corporativo de Operações Agrícolas da Raízen, a antecipação do período seco tem exigido intensificação das ações preventivas. Segundo ele, a prevenção de incêndios é tratada como um dos pilares das práticas no campo, com integração entre eficiência operacional e relacionamento com as comunidades do entorno. A estrutura de resposta a incêndios da companhia inclui monitoramento 24 horas com uso de satélites, sensores e softwares de inteligência, além de previsões meteorológicas e treinamentos de brigadas. Para a safra 2026/27, teve início a instalação de câmeras de alta precisão na unidade Barra, que utilizam inteligência artificial para prever e mitigar riscos antes mesmo do surgimento de focos de incêndio. O trabalho preventivo abrange o monitoramento de mais de 430 mil hectares de cana-de-açúcar. Segundo Jordão, a segurança da comunidade e a integridade das operações demandam atuação conjunta entre equipes, parceiros e sociedade, com foco na continuidade e sustentabilidade das atividades. Para a campanha deste ano, a Raízen contará com uma frota de 238 veículos de brigada, sendo 206 caminhões-pipa e 32 Veículos de Intervenção Rápida (VIR), além de um contingente de mais de 600 brigadistas dedicados e cerca de 1.300 colaboradores treinados para suporte. A companhia também atua em parceria com Corpo de Bombeiros, polícias Rodoviária e Ambiental, prefeituras, associações, fornecedores de cana e empresas parceiras, promovendo treinamentos e campanhas educativas com foco na prevenção de incêndios. Como parte das ações de combate, a Raízen disponibiliza a Central Contra Incêndios pelo telefone 0800 770 22 33, canal voltado ao reporte imediato de ocorrências em canaviais, além da orientação para acionamento do Corpo de Bombeiros pelo número 193. Entre os principais fatores que contribuem para o surgimento e a propagação de incêndios estão o descarte de bitucas de cigarro em estradas, fogueiras, soltura de balões, rituais religiosos em áreas abertas, limpeza de terrenos em regiões próximas a cidades e rodovias, além de incêndios criminosos. Condições climáticas como tempo seco, altas temperaturas e ventos intensos também ampliam o risco de propagação do fogo. Em relação às práticas agrícolas, a empresa destaca que atua em conformidade com o “Protocolo Agroambiental – Etanol Mais Verde” e informa que não utiliza o fogo em nenhuma etapa de seus processos. A queima da palha da cana-de-açúcar foi eliminada há anos nas áreas de atuação da companhia, com adoção exclusiva de colheita mecanizada, sem envolvimento com focos de incêndio ou práticas de queimadas em suas operações no campo.

Campanha reforça ações integradas com foco em segurança, meio ambiente e eficiência...

Últimas Notícias

Negociações com Raízen esquentam e fundos estrangeiros tentam amarrar empréstimo

Fontes próximas à companhia dizem que não há dinheiro novo na mesa,...

Últimas Notícias

Lula visita Trump em Washington em busca de evitar novas tarifas comerciais dos EUA

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitará a Casa Branca nesta...

Últimas Notícias

Petróleo cai com relatos de que EUA e Irã estão próximos de um acordo de paz

Os preços do petróleo caíram acentuadamente para mínimas de duas semanas nesta...