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Petróleo cai com relatos de que EUA e Irã estão próximos de um acordo de paz

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Os preços do petróleo caíram acentuadamente para mínimas de duas semanas nesta quarta-feira, 6, com o aumento do otimismo sobre um possível fim da guerra no Oriente Médio, após relatos de que os Estados Unidos e o Irã estavam se aproximando de um acordo de ⁠paz inicial.

Os contratos futuros do petróleo Brent fecharam a US$ 101,27 por ⁠barril, com uma queda de US$ 8,60, ou 7,83%, após cair mais cedo abaixo dos US$ 100 pela primeira vez desde 22 de abril. O petróleo West ‌Texas Intermediate (WTI), dos EUA, caiu US$ 7,19, ‌ou 7,03%, para US$ 95,08 por barril.

Uma fonte do mediador Paquistão disse que os Estados Unidos e o Irã estavam se aproximando de um acordo sobre ‌um memorando de entendimento de uma página.

O Irã disse nesta quarta-feira que estava analisando uma nova proposta dos EUA. Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, citado pela agência de notícias iraniana ISNA, disse que o Irã transmitiria sua resposta em breve por meio do Paquistão.

O Irã havia dito anteriormente que só ‌aceitaria um acordo justo e abrangente.

O veículo de mídia norte-americano Axios informou que os EUA esperam respostas iranianas sobre vários pontos-chave nas próximas 48 horas, citando fontes que disseram que as partes nunca ‌estiveram tão próximas de um acordo desde o início da guerra.

“Há uma sensação crescente de que a chance de reabertura ‌do Estreito de Ormuz é ‌maior, independentemente de conseguirmos ou não um acordo de paz duradouro com o Irã”, ⁠disse Phil Flynn, analista sênior do Price Futures Group.

Ambos os contratos de petróleo atingiram seu nível mais baixo em duas semanas, com o Brent atingindo uma mínima intra-sessão de US$96,75, antes de reduzir as perdas depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que era “muito cedo” para considerar conversas cara a cara com Teerã, e um membro sênior do Parlamento iraniano disse que a proposta dos EUA era mais uma lista de desejos do que uma realidade.

Reuters| Nicole Jao, ⁠Shadia Nasralla e Robert Harvey
Com reportagem adicional de Helen Clark e Jeslyn Lerh

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Campanha reforça ações integradas com foco em segurança, meio ambiente e eficiência operacional A Raízen anunciou o lançamento de sua estratégia integrada de prevenção e combate a incêndios para a safra 2026/27, diante da aproximação do período seco e da possibilidade de eventos climáticos extremos. A iniciativa, que passa a vigorar a partir de maio, é estruturada por meio da campanha “Quem Ama a Terra, Não Chama o Fogo” e tem como base a integração entre segurança, preservação ambiental e eficiência operacional. A companhia informa que o tema permanece como prioridade para a nova safra, com investimentos direcionados a pessoas, tecnologias e equipamentos. A campanha reúne diversas frentes de atuação coordenadas, incluindo plano de mídia, realização de carreatas e blitz educativas, ações pedagógicas em escolas, iniciativas de relações públicas e reforço da comunicação interna. De acordo com Hamilton Jordão, gerente corporativo de Operações Agrícolas da Raízen, a antecipação do período seco tem exigido intensificação das ações preventivas. Segundo ele, a prevenção de incêndios é tratada como um dos pilares das práticas no campo, com integração entre eficiência operacional e relacionamento com as comunidades do entorno. A estrutura de resposta a incêndios da companhia inclui monitoramento 24 horas com uso de satélites, sensores e softwares de inteligência, além de previsões meteorológicas e treinamentos de brigadas. Para a safra 2026/27, teve início a instalação de câmeras de alta precisão na unidade Barra, que utilizam inteligência artificial para prever e mitigar riscos antes mesmo do surgimento de focos de incêndio. O trabalho preventivo abrange o monitoramento de mais de 430 mil hectares de cana-de-açúcar. Segundo Jordão, a segurança da comunidade e a integridade das operações demandam atuação conjunta entre equipes, parceiros e sociedade, com foco na continuidade e sustentabilidade das atividades. Para a campanha deste ano, a Raízen contará com uma frota de 238 veículos de brigada, sendo 206 caminhões-pipa e 32 Veículos de Intervenção Rápida (VIR), além de um contingente de mais de 600 brigadistas dedicados e cerca de 1.300 colaboradores treinados para suporte. A companhia também atua em parceria com Corpo de Bombeiros, polícias Rodoviária e Ambiental, prefeituras, associações, fornecedores de cana e empresas parceiras, promovendo treinamentos e campanhas educativas com foco na prevenção de incêndios. Como parte das ações de combate, a Raízen disponibiliza a Central Contra Incêndios pelo telefone 0800 770 22 33, canal voltado ao reporte imediato de ocorrências em canaviais, além da orientação para acionamento do Corpo de Bombeiros pelo número 193. Entre os principais fatores que contribuem para o surgimento e a propagação de incêndios estão o descarte de bitucas de cigarro em estradas, fogueiras, soltura de balões, rituais religiosos em áreas abertas, limpeza de terrenos em regiões próximas a cidades e rodovias, além de incêndios criminosos. Condições climáticas como tempo seco, altas temperaturas e ventos intensos também ampliam o risco de propagação do fogo. Em relação às práticas agrícolas, a empresa destaca que atua em conformidade com o “Protocolo Agroambiental – Etanol Mais Verde” e informa que não utiliza o fogo em nenhuma etapa de seus processos. A queima da palha da cana-de-açúcar foi eliminada há anos nas áreas de atuação da companhia, com adoção exclusiva de colheita mecanizada, sem envolvimento com focos de incêndio ou práticas de queimadas em suas operações no campo.

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