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Os setores com maior dificuldade financeira e maior potencial de abrigar empresas que peçam recuperação judicial, caso uma nova crise aguda atinja a economia brasileira, são produção e refino de açúcar, publicações e papelaria e joalheria e bijuterias. É essa a conclusão de um estudo feito pela Quist Investimentos.

Um ponto em comum para os três mercados é a dependência de bons níveis de consumo, com renda e confiança dos consumidores para sustentar as vendas. Também são setores que sentem os efeitos de mudanças de hábito provocados pela crise sanitária.

A situação é diferente da verificada na mesma pesquisa realizada um ano antes. Naquela ocasião, os três primeiros do ranking foram: transporte aéreo, montadoras de veículos e peças, e turismo — setores visivelmente afetados com as medidas de isolamento social da pandemia.

O levantamento foi feito com base no tamanho do mercado dos registros na Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) e dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), junto a levantamentos feitos no Econodata, além de histórico de dados internos e do movimento falimentar.

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