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Falta menos de um mês para o início da próxima safra e agricultores ainda esperam as definições do Plano Agrícola e Pecuário 2021/22. Na avaliação do deputado federal Zé Silva (Solidariedade-MG), diante das indefinições, o setor produtivo sofre com a falta de planejamento para a próxima temporada.

“A terra já está pronta para o plantio, mas temos uma burocracia bancária e ainda não sabemos a quantidade de dinheiro que será disponibilizado e quais serão as taxas de juro aplicadas. O governo precisa fazer uma força-tarefa nacional para dar andamento na questão”, comenta o deputado.

Segundo Zé Silva, outra dúvida que fica é saber se o montante de recursos disponibilizados será suficiente para atender ao setor. “Nossa expectativa é que além de aumentar 10% o volume de recursos, é que sejam destinados valores para a assistência técnica e extensão rural, pois sem isso os riscos do endividamento podem aparecer. O setor também precisa que as taxas de juros reduzidas ou mantidas”, destaca.

Sobre a demora para aprovar o orçamento para o setor produtivo, Zé Silva afirma que o estado brasileiro priorizou outros setores em detrimento do agronegócio. Diante deste cenário, o parlamentar cobra mais previsibilidade dos recursos, com um Plano Safra com validade por cinco anos.

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