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BP Bunge centraliza manutenção linear de colhedoras de suas 11 unidades

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A BP Bunge Bioenergia, a fim de garantir a padronização das atividades, tendo como objetivo otimizar ganhos em confiabilidade, disponibilidade, segurança e ampliar a vida útil das colhedoras utilizadas na lavoura da cana-de-açúcar de suas 11 unidades agroindustriais, decidiu concentrar suas atividades de manutenção linear, em uma Central Integrada de Manutenção – CIM, que fica localizada na unidade Moema, no município de Orindiúva, SP.

Esse formato centralizado de manutenção linear adotado pela companhia para atender suas mais de 150 colhedoras de cana-de-açúcar, é único no setor sucroenergético do País. Outro grande diferencial é que a Central funciona ininterruptamente ao longo de toda a safra, não se restringindo a operar apenas no período de entressafra.

Do total de máquinas, 128 colhedoras já passaram pela Central o que garante um nível elevado de padronização e segurança. “Precisamos garantir a máxima segurança aos nossos colaboradores, além de não termos oscilações ao longo do dia de forma que nossas máquinas entreguem o máximo da confiabilidade com o menor custo”, explica Alisson Henrique da Silva, gerente corporativo de Manutenção Agrícola.

Colhedoras em revisão preventiva na Central Integrada de Manutenção – CIM da BP Bunge Bioenergia, em Orindiúva (SP) (Crédito: Divulgação)

As intervenções nas colhedoras são realizadas a cada ciclo de 4.000 horas de trabalho e incluem: diagnóstico (comissionamento) da condição das máquinas para apuração das ações necessárias além do plano de manutenção padrão; desmontagem; lavagem, caldeiraria do chassis; pintura; substituição e recuperação de peças e componentes de acordo com recomendações técnicas; montagem e um comissionamento final para garantir que a máquina esteja dentro dos parâmetros padrões, antes de retornar para sua unidade de origem.

A estrutura disponível possui uma área coberta de quase 7 mil m², com 71 profissionais, que são responsáveis pela capacidade de manutenção de até seis colhedoras por mês, e 500 componentes como motores, câmbios, cilindros e bombas.

“Aplicamos em nossas colhedoras uma manutenção linear preventiva de qualidade, que garante a operação ideal das máquinas e prolonga sua vida útil”, pontua Ronaldo Correia da Silva, gerente da Central Integrada de Manutenção.

A Central concentra uma série de manutenções preventivas além das realizadas nas colhedoras, como intervenções em motores a diesel; bombas e motores hidráulicos; câmbios, transmissões e outros redutores; assim como em cilindros hidráulicos.  Importante reforçar que nas unidades continuam as manutenções preventivas e corretivas ao longo da safra, para manter os equipamentos com a melhor performance.

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