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CRV Industrial mineira começa a safra com expectativa de moer 1,9 milhão de t

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Em sua quinta edição, usina espera aumentar a moagem

A safra de 2024, a quinta da CRV Industrial- unidade de Capinópolis – iniciou nesta terça-feira, dia 9 de abril. Com uma previsão inicial de moagem que supera em 7,14% a passada. A expectativa é moer 1,9 milhão de toneladas de cana. No ano anterior, em 2023, a usina processou 1,7 milhão de toneladas.

Para esse incremento, a CRV Industrial aumentou sua área em 3.500 hectares, investindo significativamente em tecnologia, com a aquisição de drones e softwares que permitem um mapeamento mais preciso de falhas de plantio.

As expectativas são otimistas, com um aumento esperado na produção de 400 mil sacos em relação ao ano anterior, totalizando dois milhões de sacos de açúcar. Além do aumento na fabricação de açúcar, a unidade, que também produz etanol e energia, investiu em um novo gerador para ampliar sua capacidade.

Para atender a essa demanda crescente, a CRV Industrial – unidade de Capinópolis – expandiu sua equipe, aumentando em 25% o número de colaboradores em comparação com a safra anterior.

Durante a entressafra, foram priorizados os treinamentos, com quase todos os trabalhadores operacionais, cerca de 400 colaboradores (operadores/motoristas), participaram de capacitações. Também foram estabelecidas parcerias com Sest/Senat, Volvo e desenvolvidos treinamentos internos com a equipe de monitoria. Além disso, na fábrica, foi iniciada uma colaboração com a Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) para desenvolver profissionais com habilidades específicas para a produção de açúcar.

O começo

Para celebrar a abertura da safra nomeada “Safra da união, trabalharemos juntos em volta de um só propósito” foi realizada na segunda-feira, 8 de abril, uma missa em Ação de Graças na Capela da usina.

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Campanha reforça ações integradas com foco em segurança, meio ambiente e eficiência operacional A Raízen anunciou o lançamento de sua estratégia integrada de prevenção e combate a incêndios para a safra 2026/27, diante da aproximação do período seco e da possibilidade de eventos climáticos extremos. A iniciativa, que passa a vigorar a partir de maio, é estruturada por meio da campanha “Quem Ama a Terra, Não Chama o Fogo” e tem como base a integração entre segurança, preservação ambiental e eficiência operacional. A companhia informa que o tema permanece como prioridade para a nova safra, com investimentos direcionados a pessoas, tecnologias e equipamentos. A campanha reúne diversas frentes de atuação coordenadas, incluindo plano de mídia, realização de carreatas e blitz educativas, ações pedagógicas em escolas, iniciativas de relações públicas e reforço da comunicação interna. De acordo com Hamilton Jordão, gerente corporativo de Operações Agrícolas da Raízen, a antecipação do período seco tem exigido intensificação das ações preventivas. Segundo ele, a prevenção de incêndios é tratada como um dos pilares das práticas no campo, com integração entre eficiência operacional e relacionamento com as comunidades do entorno. A estrutura de resposta a incêndios da companhia inclui monitoramento 24 horas com uso de satélites, sensores e softwares de inteligência, além de previsões meteorológicas e treinamentos de brigadas. Para a safra 2026/27, teve início a instalação de câmeras de alta precisão na unidade Barra, que utilizam inteligência artificial para prever e mitigar riscos antes mesmo do surgimento de focos de incêndio. O trabalho preventivo abrange o monitoramento de mais de 430 mil hectares de cana-de-açúcar. Segundo Jordão, a segurança da comunidade e a integridade das operações demandam atuação conjunta entre equipes, parceiros e sociedade, com foco na continuidade e sustentabilidade das atividades. Para a campanha deste ano, a Raízen contará com uma frota de 238 veículos de brigada, sendo 206 caminhões-pipa e 32 Veículos de Intervenção Rápida (VIR), além de um contingente de mais de 600 brigadistas dedicados e cerca de 1.300 colaboradores treinados para suporte. A companhia também atua em parceria com Corpo de Bombeiros, polícias Rodoviária e Ambiental, prefeituras, associações, fornecedores de cana e empresas parceiras, promovendo treinamentos e campanhas educativas com foco na prevenção de incêndios. Como parte das ações de combate, a Raízen disponibiliza a Central Contra Incêndios pelo telefone 0800 770 22 33, canal voltado ao reporte imediato de ocorrências em canaviais, além da orientação para acionamento do Corpo de Bombeiros pelo número 193. Entre os principais fatores que contribuem para o surgimento e a propagação de incêndios estão o descarte de bitucas de cigarro em estradas, fogueiras, soltura de balões, rituais religiosos em áreas abertas, limpeza de terrenos em regiões próximas a cidades e rodovias, além de incêndios criminosos. Condições climáticas como tempo seco, altas temperaturas e ventos intensos também ampliam o risco de propagação do fogo. Em relação às práticas agrícolas, a empresa destaca que atua em conformidade com o “Protocolo Agroambiental – Etanol Mais Verde” e informa que não utiliza o fogo em nenhuma etapa de seus processos. A queima da palha da cana-de-açúcar foi eliminada há anos nas áreas de atuação da companhia, com adoção exclusiva de colheita mecanizada, sem envolvimento com focos de incêndio ou práticas de queimadas em suas operações no campo.

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