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Delta Energia anuncia novo diretor de Biocombustíveis para acelerar sua estratégia nesse segmento

A retomada da economia esperada para até o final de 2020, com o reequilíbrio do preço do petróleo no mercado mundial e um cenário construtivo de preço para a gasolina ao final da safra canavieira, pode estimular o preço de etanol para o final ano.
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Daniel Goulart assume a liderança da área de negócios para impulsionar a otimização de ativos e a estratégia de descarbonização em meio à expansão do mandato de mistura de B100 Outubro de 2025 – O Grupo Delta Energia, um dos líderes do setor energético brasileiro, com atuação em comercialização de energia, biocombustíveis (B100 e etanol) e geração térmica e solar, anuncia a chegada de Daniel Goulart como diretor de Biocombustíveis.

O movimento reforça o compromisso da companhia com a sustentabilidade e a expansão estratégica nesse mercado, em linha com as diretrizes regulatórias do aumento gradual do mandato de mistura do biocombustível B100 ao diesel no país. Com uma trajetória profissional de mais de uma década focada exclusivamente no segmento de biocombustíveis, óleos vegetais e biodiesel, o executivo traz para a Delta Energia uma experiência robusta, incluindo passagens por grandes tradings e companhias do agronegócio, como ADM, Cofco e Minerva.

“O Grupo Delta Energia possui um diferencial competitivo explícito, com duas plantas de B100 (biocombustível) muito bem localizadas, na região central do Brasil, e um perfil de liderança altamente dinâmico e empreendedor”, afirma Daniel Goulart. “A área de biocombustíveis é um dos core business da empresa, e meu principal objetivo é agregar minha experiência, especialmente em compra de matéria-prima, gestão de risco e relacionamento com o mercado, para otimizar o uso dos ativos e alcançar os ambiciosos planos do Grupo para o setor nesse importante setor”.

O papel estratégico do B100 na transição energética

O novo diretor chega em um momento crucial: as duas plantas industriais do Grupo, em Rio Brilhante (MS) e Cuiabá (MT), têm uma capacidade de produção somada de 1,6 milhão de litros de biocombustível B100 por dia, consolidando a empresa como um dos maiores players no cenário nacional. Goulart destaca o papel do B100 sob dois prismas. O primeiro está relacionado a práticas de ESG e descarbonização. “Este é um biocombustível fundamental para a
descarbonização da matriz energética brasileira, promovendo uma redução significativa na poluição por meio da mistura sustentável no diesel fóssil”, diz.

Daniel Goulart tem mais de 15 anos de experiência em gestão de compras e vendas, precificação, gestão de risco em commodities e crédito.

Outro pilar contempla segurança energética e econômica. Segundo ele, o setor de biocombustíveis pode fornecer segurança energética ao contribuir para diversificar a matriz e garantir o suprimento para a frota pesada e mesmo para a geração de energia, sendo essencial para as cadeias produtivas do país.

Sobre a perspectiva do aumento da mistura para B16 (e a meta de B20 até 2030), Goulart assegura que o setor e o Grupo Delta Energia estão preparados.

“A companhia olha para essa perspectiva com bons olhos, buscando ativamente alternativas de fornecimento de matéria-prima e soluções inteligentes de inovação na ponta da venda, para manter nossa posição estratégica”, complementa. O executivo diz que suas prioridades de curto prazo incluem a adaptação à cultura organizacional e equipes da companhia, e garantir as vendas de curto prazo para o encerramento de 2025,
enquanto planeja os desafios estratégicos de integração e agregação de valor para 2026.

Daniel Goulart tem mais de 15 anos de experiência em gestão de compras e vendas, precificação, gestão de risco em commodities e crédito. Em seu histórico, o executivo atuou em empresas como Minerva Foods, BTG Pactual, Santander e AGI, além de ter participado da estruturação da operação de B100 na Cofco e tocado a operação comercial da Minerva. Ele é graduado em Agronomia pela Universidade Federal Rural de Pernambuco, e pós-graduado em Gerenciamento de cadeia de suprimentos e logística pela Universidade Federal de Pernambuco. Além disso, conta com mestradoem Administração de Negócios Agrícolas pela mesma instituição de sua primeira formação e doutorado em Administração pela Universidade Presbiteriana Mackenzie.

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